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Sustentabilidade: 5 dicas para tornar seu armazenamento mais sustentável

Sustentabilidade: 5 dicas para tornar seu armazenamento mais sustentável

Reduzir os impactos negativos no meio ambiente por meio de soluções sustentáveis na gestão de energia e recursos hídricos. A sustentabilidade é palavra de ordem na indústria e no setor de logística e armazenamento não poderia ser diferente.

Investir em maneiras de tornar a operação mais sustentável é benéfico de diversas formas, o que inclui a redução de custos, aumento de valor da imagem da marca e, claro, benefícios diretos na saúde e no bem-estar da população graças à redução do consumo de recursos naturais.

Armazenamento sustentável

Quando se fala em armazenamento sustentável, há diversas maneiras de colocar em prática ideias capazes de trazer benefícios para a sociedade como um todo. Aqui, listamos algumas dessas possibilidades para você considerar e aprimorar o negócio.

1. Energia solar e sistemas de iluminação mais eficientes

Estruturas de grande porte localizadas em áreas de clima quente e ensolarado podem se beneficiar do uso de painéis solares. Ao utilizar a própria energia captada, há redução nos custos operacionais e também menor impacto no meio ambiente.

Contudo, a economia de energia não depende apenas da origem dela. Troque sistemas de iluminação antigos por lâmpadas de LED. Inclua ainda sistemas de detecção de movimento para evitar que áreas ociosas fiquem iluminadas sem necessidade.

2. Priorize o treinamento dos colaboradores

Por mais que você adote medidas técnicas de sustentabilidade, muito do sucesso delas se deve à participação dos colaboradores. Nem todos têm a consciência da importância de se pensar em aspectos ecológicos. Por essa razão, é preciso que os gestores supram essa lacuna.

Treinamento e capacitação são as melhores maneiras de mostrar na prática quais são os impactos dessas ações. Adote medidas no dia a dia que requeiram a participação de todos e compartilhe com eles os resultados. Quando há envolvimento de todos os resultados são ainda melhores.

3. Logística reversa: eficiência na cadeia de suprimentos

Evitar a geração de lixo, dando a correta destinação para itens com possibilidade de reciclagem, e envolver fornecedores e consumidores em um sistema de logística reversa garante bons resultados em termos de sustentabilidade.

O consumidor precisa estar ciente do que ele pode fazer com produtos descartados. Um sistema de logística reversa permite que a empresa retire esses itens em pontos de coleta e os encaminhe para a reciclagem ou mesmo para o fabricante. São ações simples, mas se bem planejadas proporcionam economia para a empresa e ganhos em termos de imagem para a marca.

4. Aposte em condomínios logísticos

Condomínios logísticos são uma forma inteligente de compartilhar o espaço com outras empresas, dividindo a infraestrutura de base. Ambientes como esses costumam ser construídos seguindo normas rígidas para obtenção de certificações ambientais. Além disso, a localização privilegiada impacta diretamente em um menor consumo de combustível dos veículos.

Essa escolha evita ainda que as empresas precisem manter áreas ociosas, uma vez que é possível expandir o espaço sob demanda. Em outras palavras, a relação custo-benefício é maior e muitos gargalos de desperdício relacionados ao consumo de energia elétrica e manutenção são facilmente contornados.

5. Otimize o espaço nos seus galpões

Um galpão otimizado, com estoque organizado e verticalizado, reduz a área necessária de armazenamento e, consequentemente, gera mais lucros para a companhia. Como já mencionamos, condomínios logísticos são um ótimo exemplo de como é possível armazenar mais em menos espaço, apenas levando-se em consideração a eficiência na disposição dos itens.

Dispor os produtos em prateleiras, armários ou mesas facilita a catalogação e a localização dos itens, agilizando os processos de entrada e saída. Se você precisar de uma área maior para expansão, não tem problema: condomínios logísticos oferecem espaço sob demanda com implantação rápida e descomplicada.

O que a sua empresa está fazendo para garantir sustentabilidade no armazenamento de produtos?

Você sabia que a escolha de condomínios logísticos pode representar um ganho de qualidade significativo no atendimento e na velocidade de entrega, aumentando a percepção de valor do cliente sobre o seu serviço?

Consulte nossa equipe de especialistas e saiba como podemos ajudá-lo nesse quesito.

Logística verde: ações e tecnologias que auxiliam a reduzir custos operacionais e impactos no meio ambiente

Logística verde: ações e tecnologias que auxiliam a reduzir custos operacionais e impactos no meio ambiente

É possível conciliar uma operação logísticas com custos mais enxutos e que, ao mesmo tempo, esteja alinhada com soluções que resultem em menos impacto no meio ambiente? Sim, e a chamada “logística verde” pode ser a resposta que sua empresa procura.

Esse é um conceito bastante amplo e dentro dele cabem diversas ações práticas que podem elevar o patamar do seu negócio. Além de reduzir custos operacionais, é possível pleitear certificações que comprovem sua eficácia e, com isso, agregar valor às suas equipes de transporte e armazenamento.

Muito além da logística reversa

Quando se fala em “logística verde”, muitos associam esse termo à “logística reversa”, que consiste em dar aos resíduos um destino correto e menos agressivo ao meio ambiente. De fato, ambos caminham lado a lado, mas a logística verde engloba ações que vão muito além dessa possibilidade.

Nesse caso, todo o processo logístico passa a ser pensado em função da redução dos impactos ao meio ambiente. Trata-se de uma iniciativa que começa já na escolha das embalagens, passando pelos sistemas de armazenagem e distribuição, pela escolha dos veículos de transporte e, somente ao final do ciclo, no retorno dos resíduos a locais de reciclagem.

É fato que oportunidades não faltam, mas muitas delas requerem investimentos em tecnologia ou padronização de processos – algo que, infelizmente, ainda está distante da realidade de muitas companhias.

Eliminação de desperdícios: oportunidade de aumentar margens de lucro

Em se tratando de logística verde, é preciso repensar processos. Ao eliminar desperdícios, consequentemente há aumento de produtividade. A utilização racional de recursos torna as companhias mais saudáveis do ponto de vista operacional. Trazendo esse conceito para o campo dos transportes e da armazenagem, há boas lições que podemos aprender.

Soluções tecnológicas que garantam entregas feitas de forma mais rápida e por meio de rotas mais eficientes geram não apenas economia, como também agregam qualidade aos serviços prestados. A organização dos produtos em depósitos inteligentes, com infraestrutura moderna e adequada, é outro fator primordial nessa equação.

Condomínios logísticos: um passo importante na logística verde

Em se tratando de decisões logísticas que privilegiem a sustentabilidade, optar pelos condomínios logísticos pode ser um passo importante nesse tipo de estratégia. Melhor localizados nas grandes cidades, eles resultam em cargas e descargas mais rápidas, facilitando o deslocamento entre centros comerciais.

A infraestrutura compartilhada de áreas comuns, como pátios de manobra, áreas de cross-docking, refeitórios, salas de reunião e dependências administrativas, implica na redução direta de custos operacionais. As possibilidades de expansão sob demanda também devem ser consideradas.

Em outras palavras, a empresa deixa de manter áreas imensas, muitas vezes com amplos espaços ociosos e afastados dos grandes centros, em prol de uma área enxuta, otimizada, com mais recursos tecnológicos e a um custo mais acessível.

Além disso, esses espaços são construídos atentando-se a normas ambientais rígidas, o que faz com que abriguem diversas tecnologias sustentáveis, como lâmpadas LED e telhas de policarbonato, itens que ajudam a reduzir o consumo de energia, ou reaproveitamento de águas de chuva.

Sustentabilidade gera eficiência

A preocupação com aspectos ambientais deixou de ser acessória quando se trata de gestão. Hoje, essa é não apenas uma demanda dos consumidores, como também uma necessidade de mercado. Aqueles que privilegiam esses aspectos, não só poderão reduzir seus custos, como também poderão encontrar mais oportunidades de negócio.

Empresas com certificações de qualidade passam a ter maior valor agregado sobre transporte e armazenamento. O investimento em tecnologia e em processos ecológicos hoje, pode significar ampliação de margem de lucro ou consolidação de diferenciais de mercado, o que não é pouca coisa em um momento tão competitivo como o atual.

Quais são os indicadores mais importantes para o seu negócio na hora de avaliar a eficiência do seu centro de distribuição? Você sabia que é possível reduzir custos escolhendo locais com infraestrutura compartilhada? Consulte-nos e conheça quais são as oportunidades que disponibilizamos para o seu negócio.

Quais são as áreas de especialização mais importantes para os profissionais de logística?

Quais são as áreas de especialização mais importantes para os profissionais de logística?

setor de logística é uma das áreas mais dinâmicas do mercado de trabalho. Praticamente todos os dias surgem novas tecnologias que modificam a forma como os profissionais executam suas atividades, o que requer constante atualização.

Felizmente, boas opções de qualificação não faltam. Cursos superiores, especialmente na modalidade EAD, cursos de pós-graduação e extensões técnicas estão entre os itens com maior oferta. Compreender quais são as necessidades do mercado é o primeiro passo para apostar nas melhores escolhas para valorizar o seu currículo.

Entretanto, embora diferentes setores ofereçam diferentes opções, algumas áreas têm maior demanda ou valorização no contexto atual. Listamos aqui algumas das mais importantes para os profissionais de logística.

Supply Chain Management

Supply Chain Management ou gestão de cadeia de suprimentos é uma das funções mais importantes para os profissionais que atuam na área de logística. Independentemente da modalidade de negócio, tornar processos mais rápidos e eficientes, reduzindo os custos operacionais, é algo que faz parte das metas de qualquer empresa.

Os cursos de especialização nesse segmento costumam ser mais práticos do que teóricos, enfocando em soluções que impactam o dia a dia de quem já atua na área. Mais do que aspectos conceituais, é fundamental que o profissional se mantenha ligado às novas tecnologias e às metodologias empregadas por empresas de sucesso no segmento.

Sustentabilidade

A chamada “logística verde” é outro tema que está em alta. As empresas têm buscado soluções que combinem eficiência e produtividade com respeito ao meio ambiente, mas por se tratar de um tema relativamente novo faltam profissionais qualificados com expertise nessa área. Muitos que atuam no setor têm experiência prática, mas falta formação teórica.

Profissionais que tenham intenção de atuar em grandes empresas, especialmente nas multinacionais, podem encontrar nesse segmento uma ótima oportunidade de crescimento na carreira. Como o tema “sustentabilidade” não deve sair da pauta tão cedo, você pode se destacar ao implantar estratégias como essa em sua companhia.

Comércio Exterior

O ramo de logística sempre andou lado a lado com a área de Comércio Exterior. É comum que profissionais de uma área atuem em outra ou que as equipes sejam compostas por membros de ambas as áreas.

Hoje, muitas empresas veem na exportação uma forma de encontrar novos públicos e ampliar as demandas. Por essa razão, ter domínio sobre os trâmites legais de importação e exportação pode ser um diferencial de mercado significativo para empresas que queiram explorar novos mercados. Profissionais com qualificações em ambas as áreas têm mais chances de se tornarem gestores.

Gestão de transportes

A busca pela eficiência não se limita apenas aos processos, mas também se aplica às rotas de entrega. Empresas que monitoram seus veículos e acompanham dados estatísticos detalhados do desempenho da frota conseguem fazer manutenções preventivas e reduzir os custos com despesas mecânicas.

Além disso, a eficiência em termos de rotas não significa apenas escolher caminhos mais curtos ou mais rápidos. Dados como desgaste dos pneus e consumo de combustível também devem entrar nessa equação de maneira que todo o conjunto seja beneficiado. Compreender como se faz essa gestão e quais ferramentas utilizar é um diferencial que pode torná-lo um profissional mais completo.

Além das áreas logísticas com maior potencial de mercado, os profissionais de logística devem estar atentos também a algumas soft skills. Boa comunicação, proatividade, liderança e flexibilidade para se adaptar a diversos papeis são habilidades desejáveis em qualquer profissão, mas com valor ainda maior no ramo de logística. Invista em você para se tornar um profissional ainda melhor.

7 dicas para o correto armazenamento de alimentos perecíveis

7 dicas para o correto armazenamento de alimentos perecíveis

Quando se trata de armazenamento de alimentos perecíveis, as empresas do setor logístico se deparam com um grande desafio: Qual a melhor maneira de armazená-los, sem ter grandes perdas por conta da perecibilidade dos alimentos?

Quem trabalha na indústria alimentícia deve estar atento constantemente ao controle de estoque para alimentos perecíveis para evitar contratempos desnecessários. Isso acontece, principalmente, devido à quantidade de pessoas que mexem nos alimentos, a localização deles e o seu uso.

Dessa forma, grandes empresas também podem (e devem) estar atentas para a melhoria contínua de suas rotinas, com o foco em reduzir perdas e garantir mais lucratividade.

Devido a isso, é de suma importância manter-se atento às boas práticas e exigências desse ramo de atuação. Confira neste artigo algumas dicas para o correto armazenamento de alimentos perecíveis!

1. Conheça as particularidades de cada alimento

Alguns tipos de alimentos possuem particularidades que têm um ciclo e é muito importante estar atento a isso. São exemplos as carnes, frutas e hortaliças. Esses são alguns dos alimentos perecíveis que contam com armazenamento resfriado. Porém, os cuidados não são os mesmos para todos eles, e a principal diferença está relacionada à temperatura do armazém.

Enquanto as carnes precisam apenas ser mantidas sob refrigeração – quanto mais próximas de 0°C a temperatura estiver, melhor para impedir o surgimento de bactérias – as frutas e hortaliças precisam de um cuidado maior, pois têm um ponto certo para consumo e não podem ser armazenadas por muito tempo, têm de ser consumidas frescas, impedindo que sejam congeladas para conservação.

2. Mantenha o armazém sempre limpo

Para evitar problemas com a fiscalização e também a degradação desses itens, alguns cuidados de limpeza são bastante importantes no dia a dia da empresa.

É necessário garantir que um controle de limpeza seja implementado com muito rigor durante todo o processo que envolve o recebimento, a estocagem, a manipulação e a venda desses itens.

Os funcionários que trabalharem diretamente com os produtos devem estar bem treinados e utilizando equipamentos limpos e que garantam a minimização de riscos de contaminação.

3. Proteja bem os alimentos

O tipo de embalagem é o primeiro fator a ser considerado ao se transportar alimentos perecíveis. Mas é importante lembrar que o termo “embalagem” não se refere apenas à caixa que acondiciona o alimento, mas também aos contentores, paletes e contêineres que irão acomodá-lo desde a fase de armazenagem até a de transporte ao ponto de venda.

4. Escolha um bom meio de transporte

A fase de transporte é a que deixa o alimento perecível mais vulnerável ao clima, às intempéries e, principalmente, ao incorreto manuseio. Mas mesmo não tendo o controle total da carga assim que ela sai do armazém, os gestores ainda precisam criar estratégias para preservar o alimento perecível no decorrer do transporte, por isso é preciso critério na escolha da transportadora.

5. Monitore sempre a temperatura

Como visto, os alimentos perecíveis são bem sensíveis, principalmente com a temperatura e sua variação. Por isso é tão importante um constante monitoramento para que o armazém esteja sempre com a mesma temperatura. Uma dica é colocar cortinas de ar ou de PVC nas portas para que haja um maior controle.

6. Cuide da circulação de ar do armazém

Além da temperatura, a circulação do ar também é muito importante no armazenamento de produtos perecíveis, pois ela implica na umidade destes, oque os faz ficarem mais frescos ou com um aspecto de mais velho. Isso ajuda a garantir que a temperatura e a umidade sejam uniformes em todos os pontos.

7. Armazenagem

Os processos de armazenagem também demandam muita atenção da equipe envolvida. Isso porque é na hora do armazenamento que os alimentos são bastante manuseados, o que aumenta as chances de sua embalagem ser danificada. É por isso que tanto as instalações físicas do armazém e os equipamentos quanto os processos de recebimento e expedição devem estar adequados às restrições dos alimentos:

  • Equipamentos:

Todos os equipamentos de carga e descarga do armazém devem ser adequados ao transporte de alimentos. Eles devem possuir sistemas antivibração e ser guiados por profissionais experientes;

  • Instalações prediais:

Para o armazenamento de alimentos perecíveis, o ideal é que o armazém seja mantido a uma temperatura ideal para a sua preservação. Ele também deve ser higienizado constantemente, para que os riscos de contaminação sejam minimizados e devem seguir os padrões da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária);

  • Estocagem:

Para o armazenamento de alimentos perecíveis, os gestores não devem priorizar o máximo aproveitamento do espaço do armazém. Isso porque eles devem deixar espaços entre os paletes para que a mercadoria seja ventilada e acessada adequadamente. Um ponto muito importante no armazenamento de alimentos é seguir o sistema de controle FEFO “First-Expire, First-Out” ou Primeiro que Vence é o Primeiro que Sai.

A Capital Realty possui armazéns preparados para suprir a sua necessidade. Para saber mais, entre em contato conosco.

Omnichannel: os impactos das operações em múltiplos canais na logística e no armazenamento

Omnichannel: os impactos das operações em múltiplos canais na logística e no armazenamento

Hoje em dia, a forma como o consumidor se comporta mudou muito. Tudo está no universo on-line e adaptar-se a essa realidade, que nem pode mais ser chamada de nova, é imprescindível para não ficar para trás, pois, os clientes têm se tornado cada vez mais exigentes. Estar inserido nesse universo, oferecendo diversos canais de atendimento, pode te ajudar a aumentar a interação da sua marca com o cliente.

O que é omnichannel?

Oferecer múltiplos canais de vendas para o cliente, tornou-se, hoje em dia, uma estratégia mais que necessária para fazer sua marca, ou e-commerce, crescer cada vez mais. Esses canais podem ser, além do atendimento na loja física, atendimento telefônico, venda pela internet e assim por diante.

Essa mudança e exigência no comportamento do consumidor exige, cada vez mais, uma maior integração entre loja física e atendimento on-line, assim como uma boa experiência de compra. O conceito de omnichannel trata exatamente dessa integração ao constituir todos os pontos de contato da empresa em uma experiência de consumo única.

Quais os benefícios do omnichannel?

Além de toda essa revolução na experiência do cliente, o omnichannel proporciona alguns benefícios às marcas que oferecem esses diversos canais de atendimento. Entre eles, os principais são:

Redução de custos:

Com um bom planejamento e investimento em ferramentas certas, que trazem sua marca e loja física do mundo off-line para o universo on-line, você consegue organizar melhor o estoque. Ao evitar desperdícios ou diminuir estocagem, os custos podem ser  reduzidos de maneira natural.

Acompanha o processo de decisão de compra do cliente

O cliente sempre terá opções, disponibilizados por esses diversos serviços, e não ficará sem o que deseja, pois, você sempre poderá oferecer um canal de vendas mais apropriado para atendê-lo, quando necessário.

Aumento nas vendas

Ao oferecer esses diversos canais de vendas, você terá um maior alcance da sua marca e, consequentemente, seu potencial em vendas e ofertas também irá aumentar.

Como aplicar o omnichannel na logística?

Ao adequar sua marca à estratégia omnichannel, você deve sempre se lembrar de adaptar suas demandas, pois elas, agora, serão outras e você deve focar em questões como prazo de entrega e facilidade para obtenção de um produto.

Algumas outras atitudes também são essenciais para aplicar o omnichannel na logística. Veja a seguir quais são:

Estratégias consistentes

Ao desenvolver estratégias de campanhas de vendas você deve deixar todos os passos muito alinhados. Por exemplo:

  • simplificar a troca de produtos;
  • rastrear os pedidos em cada etapa do envio;
  • precificar os itens em todos os canais, sem variação significativa de valores;
  • encaminhar o item se estiver indisponível no estoque da loja física;
  • gerar ofertas relevantes em todos os meios.

Sincronizar a cadeia de suprimentos

Essa sincronia deve ser, desde o fornecedor da matéria-prima para fabricação até o setor de faturamento e frota, para que as etapas sejam concluídas com sucesso. Motivar a equipe a se adaptar a essa realidade é fundamental para que o omnichannel funcione, alcançando seu propósito: proporcionar uma experiência satisfatória para o consumidor.

Gestão de estoque

A gestão do estoque deve estar bem organizada para automatizar os processos e contribuir com que o gestor tenha uma visão global dos itens armazenados, dos pedidos e preços.

As etapas precisam ser integradas e atualizadas para evitar frustrações e problemas. Esses objetivos são conquistados com a ajuda de um sistema de gestão de armazéns (WMS) que integra e favorece a oferta de grande variedade de opções de produtos no estoque.

Desafios e impactos

Bom, já vimos todos os benefícios e tudo o que o omnichannel pode proporcionar a quem adere a este sistema estratégico de logística, porém, existem também diversos desafios e impactos que ele traz consigo. Veja a seguir:

Mapeamento do itinerário de compra

O novo modelo de negócio modificou a jornada de compra do cliente, conforme suas necessidades, preferências ou conveniência e, que hoje, passa por diversos caminhos. Cabe ao empreendimento mapear o rumo adotado e tentar otimizá-lo com a oferta de diversos canais de relacionamento.

Logística reversa

Trata-se da devolução de produtos por diversos motivos. Sejam defeitos, erros no processamento de pedidos ou qualquer motivo que gere a insatisfação do cliente. Não adianta o transporte ser ágil quando há dificuldades na devolução de mercadorias. Isso gera insatisfação e você pode perder para sempre a confiança do cliente, que busca cada vez mais facilidade.

Gestão de armazenamento

Um bom controle de armazenamento do estoque é bastante eficaz na hora de aplicar o omnichannel. Porém, não é tão simples quanto parece, para ter uma boa gestão de armazenamento será necessário contar com empresas que poderão te auxiliar e oferecer ferramentas tecnológicas, como, por exemplo, o WMS. Desta maneira você terá cada vez mais lucros.

Para isso você pode contar com os nossos armazéns logísticos. Para saber mais entre em contato conosco ou fale com algum de nossos especialistas.

O que é SKU? Conheça o código que facilita a gestão e manutenção do seu estoque

O que é SKU? Conheça o código que facilita a gestão e manutenção do seu estoque

Como você controla os produtos que a sua empresa tem em estoque? A organização e boa gestão de armazenamento facilita o dia a dia da empresa, que vive inúmeros processos logísticos, e dos funcionários, que não precisam perder a cabeça entre inúmeras planilhas, alto volume de dados e operações distintas.

Uma forma eficaz de fazer esse controle é utilizando o SKU, código de identificação muito utilizado no e-commerce para otimizar a gestão e manutenção do estoque. Se você ainda não o conhece, saiba que ele pode trazer inúmeras vantagens para a operação da sua empresa.

Leia também:

Centro de distribuição e logística: 5 dicas para otimizar

Tipos de armazenagem: como escolher o melhor para a sua empresa?

O que é SKU e para que serve?

SKU é um código único de identificação atribuído a um produto, facilitando na armazenagem e gestão de controle do estoque. 

Ele é usado para classificar e organizar os produtos de acordo com suas características, como modelo, cor, formato, dimensões e fabricante, por exemplo. 

Cada tipo de mercadoria tem o seu próprio SKU, que é formado por uma sequência de números e letras diferentes, conforme o tipo do produto.

Ou seja, se sua empresa atua no ramo de bebidas e tem 50 SKUs diferentes, significa que ela lida com 50 tipos de bebidas que se diferenciam em suas características. Qualquer variação no produto requer um SKU diferente.

 

Empresas que trabalham com uma grande variedade de produtos costumam ter muitos problemas de logística, caso não adotem um sistema de gestão como esse. 

 

No e-commerce, essa gestão pode ser ainda mais dificultada, considerando que é preciso identificar e gerenciar rapidamente o fluxo logístico dos produtos para serem encaminhados ao consumidor no prazo pré-estabelecido.

 

Stock Keeping Unit: tradução

SKU é uma sigla que significa Stock Keeping Unit — Unidade de Manutenção de Estoque, em Português. Fazendo uma comparação clara, é como se cada mercadoria da loja física ou e-commerce tivesse um RG/CPF para identificação do produto.

 

Como saber o SKU de um produto?

 

A identificação de um código SKU pode ser feita por qualquer pessoa, sem precisar de uma máquina, como é o caso do código de barras, por exemplo. Ele apresenta um número de série e letras/codificações que fazem referências às características do produto. 

 

Uma lata de Coca-Cola de 350 ml, por exemplo, poderia ter como SKU o código CC-LAT-350, destacando as suas características: marca, material do produto e tamanho. Então se a loja tem 100 latas desse tipo de Coca-Cola em estoque, ela terá como referência um único SKU.

 

Em produtos de mercearia e supermercados, por exemplo, o SKU está contido no próprio código de barras. 

 

Diferença de SKU e código de barras

SKU não é código de barras. Por isso, não deve ser confundido. Os códigos SKU são criados internamente pelo lojista para organizar seu estoque, sendo único para cada empresa. Quando bem formulado, pode ser lido por qualquer pessoa. Já os códigos de barras são criados por um sistema, podendo ser lido somente por um leitor eletrônico.

 

Os SKUs são extensíveis e alfanuméricos. Se as características do produto mudam, eles podem crescer ou sofrer adaptações em letras e números. Enquanto isso, os códigos de barra são formados apenas por números e sempre com a mesma quantidade de 12 dígitos.

 

Benefícios do SKU

Ao utilizar o SKU no processo de gestão de armazenamento, uma das maiores vantagens será na localização dos produtos, que se dará de maneira mais rápida. Mas há outros benefícios que precisam ser destacados:

 

1. Maior organização

Classifica e organiza o estoque de forma eficiente, destacando as características de cada produto. Isso permite o armazenamento de maneira mais organizada, considerando a forma de acesso, localização, espaço e prateleiras utilizadas, por exemplo.

 

2. Produtividade

A execução do trabalho de estoque passa a ser mais eficiente e, consequentemente, mais produtiva, evitando possíveis falhas.

 

3. Controle de estoque

Fica mais fácil de acompanhar as entradas e saídas dos produtos, permitindo agilidade e assertividade nas reposições. 

 

4. Simplifica a comunicação

Quando se utiliza o SKU na empresa, a comunicação entre os funcionários sobre determinado produto fica mais simplificada, sendo necessário destacar apenas o código, em vez de descrever as características.

 

5. Agilidade na localização

Com a codificação correta, fica mais fácil localizar o produto para ser enviado para expedição. 

 

Como criar SKU para um produto?

Veja dicas importantes para conseguir criar um bom SKU para os seus produtos.

 

Considere as informações mais importantes

Crie códigos contendo apenas as características mais importantes para identificação do produto. Comece por códigos curtos, incluindo iniciais do nome do fabricante, modelo, tamanho, cor. Isso facilitará a gestão.

 

Siga uma sequência lógica

Para ser fácil de identificar, a sequência precisa ser criada de maneira lógica. Por isso, estabeleça um padrão que deve ser adotado para todas as mercadorias. Exemplo: CC-LAT-350-VER.

 

CC: Marca do refrigerante

LAT: Material

350: Tamanho

VER: Cor

 

Crie um código para cada produto

Cada produto que sofrer variação precisa ter um código diferente, considerando as características citadas acima. Para o mesmo refrigerante do item anterior, você pode variar o código de acordo com o tamanho:

 

CC-LAT-250-VER

CC: Marca do refrigerante

LAT: Material

250: Tamanho

VER: Cor

 

Por que o SKU é importante para a logística?

O SKU aprimora a gestão da logística da empresa, por isso a sua importância. Com ele, o estoque será organizado em perfeita ordem, facilitando sua localização, armazenamento, comunicação entre os funcionários e reposição de mercadoria, sem riscos de falhas e evitando desperdícios.  

Otimize a operação com o galpão logístico ideal para sua empresa