por Capital Realty | out 20, 2022 | Blog, Logística
A tecnologia RFID (Radio-Frequency Identification) favorece operações que desejam otimizar os processos logísticos e sair na frente da concorrência, em um mercado que está cada vez mais competitivo. Essa é mais uma das tecnologias que chegaram para revolucionar algumas áreas da logística, por meio de etiquetas inteligentes que funcionam com identificação de radiofrequência.
É um processo que pode ser aplicado para controle de estoque ou localização de produtos na armazenagem. Confira o conteúdo completo e saiba se essa pode ser uma boa alternativa para a sua operação.
O que é tecnologia RFID?
Essa tecnologia consiste em captar informações e dados de objetos por meio de ondas de rádio, funcionando como uma espécie de radar. Com o auxílio de um transceptor é possível captar a leitura do sinal e enviar para um dispositivo, assim cada etiqueta eletrônica possui um circuito de informações diferentes, que serão convertidas e analisadas com a ajuda de um computador.
Como funciona tecnologia RFID?
Com o objetivo de reduzir os possíveis desperdícios e atrasos, essa tecnologia pode otimizar os processos logísticos por meio de dois tipos de etiquetas, as ativas, que possuem fonte própria de energia, e as passivas, que fazem uso da radiofrequência para transmitir sinais e informações.
Essa é uma tecnologia de usabilidade ampla, que pode otimizar todos os processos da cadeia de suprimentos de uma operação, desde a facilidade para controle de estoque, monitoramento da armazenagem, localização de determinados produtos, controle da distribuição da carga até o consumidor final, rastreabilidade do tráfego de caminhões, entre outras opções que podem fazer sentido para cada perfil de operação.
Otimize a sua operação com estratégias modernas de armazenagens
Quais as principais aplicações da tecnologia RFID
Conforme mencionado anteriormente, essa é uma tecnologia que pode ser aplicada na usabilidade de vários processos de uma operação, saiba os detalhes.
1 – Rastreamento da operação
A tecnologia RFID permite o uso de recursos para evitar desvios ou perdas de cargas, por meio de um sistema que permite acompanhar os produtos em todas as etapas da cadeia logística.
2 – Organização de produtos
Por meio das etiquetas inteligentes, torna possível identificar e organizar a carga por setores, de acordo com a origem, as características, o lote, a quantidade, etc.
3 – Personalização
A tecnologia RFID também permite a personalização das etapas da operação, favorecendo a otimização da mão de obra, contribuindo com a redução de custos e dos índices de desperdícios.
4 – Controle de temperatura
Por meio da tecnologia RFID é possível também fazer ajustes de temperatura para controle de umidade e ventilação da carga. É um formato muito usado para empresas que armazenam produtos perecíveis, como alimentos ou medicamentos.
Onde pode ser usado o RFID?
Conforme mencionado anteriormente, a tecnologia RFID pode ser usada em diversos tipos de operação e etapas logísticas, independente do tipo de armazenagem escolhido pela empresa. Se ficou com dúvidas sobre a tecnologia ou deseja saber mais sobre os tipos de armazenagem, conte com a Capital Realty, que possui alta capacidade técnica de desenvolvimento e gestão de propriedades, com condomínios que oferecem infraestrutura completa. Conheça as nossas soluções e escolha uma mega estrutura para a sua empresa.
Leia também: Tecnologia na logística: saiba como utilizar a seu favor
por Capital Realty | set 30, 2022 | Blog, Logística
Reduzir os custos logísticos de uma operação é uma demanda que precisa estar contemplada em toda a estratégia da cadeia de suprimentos, desde a organização das mercadorias, armazenagem, até a distribuição da mercadoria, sem abrir mão da satisfação e fidelização dos clientes.
Neste artigo, separamos 5 dicas úteis para você aplicar em seu negócio e reduzir os custos logísticos da sua operação.
O que são custos logísticos?
Quais são os principais custos logísticos?
5 dicas para reduzir custos logísticos na empresa
Conte com especialistas
O que são custos logísticos?
Custos logísticos são todos os itens que entram no orçamento de despesas para manter uma operação em pleno funcionamento. É essencial uma boa gestão dos processos da cadeia logística para equilibrar todas as etapas da operação, sem abrir mão do objetivo principal que é a entrega do produto em perfeito estado para o cliente final.
Quais são os principais custos logísticos?
Demandas como estocagem, movimentação, organização e distribuição de produtos, controle de estoque, aquisição de recursos, reposição de matérias-primas, assim como os impostos tributados, todos geram custos para a cadeia de suprimentos de um negócio.
1. Estoque e armazenamento
É impensável operacionalizar o estoque e o armazenamento de grandes volumes, ou de itens com alto giro, sem automatizar diversos aspectos desse quesito. Os antigos depósitos podem até ser uma solução aparentemente mais em conta em um primeiro momento, mas em médio e longo prazo se tornam dispendiosos e pouco eficientes.
Portanto, é preciso observar a necessidade de contar com uma infraestrutura moderna para estoque e armazenamento, com suporte para as mais modernas ferramentas de automação e flexibilidade para ajuste dos fluxos em função das demandas. Condomínios logísticos podem atender essa demanda a um custo operacional mais acessível.
2. Transporte e fretes
Segundo um estudo realizado pela Panoramas Setoriais 2030 – Logística, os custos logísticos no País são influenciados pelo transporte de cargas feitas nas rodovias em longas distâncias. Portanto, cada centavo economizado neste fator da operação impacta de forma significativa no custo final.
Comece fazendo uma avaliação dos veículos, se eles são apropriados para o tipo de transporte que realizam e se não há alternativas mais eficientes. Em algumas circunstâncias, a terceirização pode ser a melhor opção; em outras, manter uma frota própria pode proporcionar maior controle. Aspectos como manutenção, depreciação e seguros nunca podem ficar em segundo plano.
3. Infraestrutura de tecnologia
Para evoluir na velocidade que o mercado demanda, é preciso estar atento às novas tecnologias. A automação pura e simples não pode ser encarada como um mero maneirismo: é preciso que essas aplicações sejam desenhadas sob medida para a sua operação e impactem na redução de custos e prazos.
Softwares de gestão são essenciais em todas as etapas do processo. As empresas que ainda não adotaram esses sistemas estão ficando para trás e perdendo mercado, seja pela falta de agilidade ou pela impossibilidade de oferecer ao consumidor controle sobre as informações nas principais etapas do processo.
4. Invista em planejamento tributário
A sua empresa pode estar perdendo dinheiro e pagando tributos desnecessários pelo simples fato de não ter revisto cada um dos aspectos legais e financeiros do negócio. Sabemos que o sistema tributário brasileiro é dos mais complexos e, por isso, é essencial observar cada detalhe nesse quesito.
Invista em escritórios de contabilidade e em profissionais de finanças que possam assumir papéis que vão além da simples execução de processos. Revise todos os aspectos da operação para encontrar oportunidades de redução de custos sem deixar de lado todas as formalidades burocráticas exigidas.
5. Inovação presume qualificação profissional
Por último, mas não menos importante, é preciso pensar ainda na qualificação dos seus operadores logísticos. Profissionais menos experientes podem não ter o know-how de que você precisa para buscar inovações e melhorias contínuas. Eles podem ter um custo menor e ser bons executores, mas na ponta é preciso pensar sempre um passo à frente.
São duas as alternativas possíveis, e o ideal é poder combinar as duas: buscar profissionais mais qualificados e atualizados para os cargos de liderança e investir na qualificação dos seus colaboradores que já atuam na empresa. Esse é um segmento no qual o barato pode sair caro e economizar aqui pode significar deixar de ganhar em médio e longo prazo.
5 dicas para reduzir custos logísticos na empresa
Entenda como pode ser realizada a gestão de custos logísticos com práticas que vão proporcionar um fluxo financeiro mais equilibrado para a organização.
1 – Conheça os custos logísticos da sua empresa
O primeiro passo é conhecer a fundo todos os custos que envolvem sua operação logística, como custos com armazenagem, deslocamento de materiais, transportes e manutenção em estoque. A partir desse roteiro de gastos, será possível ter um panorama de onde existe mais gasto, além de traçar uma meta para redução destes custos e começar a elaborar estratégias para colocá-la em prática.
2 – Aumente sua cartela de fornecedores
Depender de uma única transportadora não é recomendado quando o assunto é logística. Se você mantém uma única empresa responsável por suas entregas, você acaba ficando nas mãos dela. É como se fosse obrigado a aceitar compulsoriamente seus prazos e preços, sem questionar. Manter diversos contatos, possibilita negociação de melhores valores e prazos de entrega e te dá a possibilidade de ampliar a área de abrangência. Além disso, em alguns casos, como volumes menores, por exemplo, você pode optar por meios alternativos de entrega, como correios, motoboys, dentre outros.
3 – Planeje e acompanhe suas entregas
Utilizar um software para controle das entregas também é uma forma de reduzir custos logísticos. Se você tem dois materiais para enviar a um cliente, por exemplo, contar com um bom sistema o ajudará a identificar essa situação e enviá-los em um único frete. E não é só isso: se você está buscando como reduzir custos logísticos, você precisa também monitorar o que acontece em suas entregas. Existem falhas que passam despercebidas, mas podem gerar custos desnecessários. Identificá-las possibilita corrigi-las a tempo ou no mínimo, evitar que voltem a ocorrer.
4 – Implemente o uso da tecnologia
Desenvolver tecnologias próprias ou contratar prestadores para isso, poderá otimizar a qualidade e o tempo das suas entregas. E isso implica na desejada redução de custos. Já que estamos na era da tecnologia, que tal aproveitar para utilizá-la totalmente a nosso favor? As ferramentas estão aí, basta colocá-las em ação.
5 – Terceirize o que for possível
Algumas empresas já estão aderindo à terceirização do departamento de logística. Existem atualmente diversas empresas no mercado que prestam esse serviço a outras que optam por terceirizá-lo. Caso você conclua que essa é a melhor opção para sua empresa, você deve escolher a prestadora que melhor atenda às suas necessidades. A vantagem é que essas empresas são especializadas no assunto e contam com toda a tecnologia necessária para auxiliá-lo. Isso tudo simplifica o processo, otimiza a experiência do seu cliente e ainda favorece a redução dos custos com esse setor. Vale a pena analisar se não seria o caso de implantar esse tipo de sistema ou terceirizar apenas parte da operação, somente aquilo que for realmente necessário e não cause um impacto negativo em seu negócio.
Conte com especialistas
Além das dicas acima, a escolha de alugar condomínios logísticos para armazenagem de produtos em localizações estratégicas pode representar um ganho de qualidade e lucro significativo na operação. Consulte nossa equipe de especialistas e saiba como podemos ajudá-lo nesse quesito.
por Capital Realty | set 15, 2022 | Blog, Logística
Carga fracionada é mais uma das soluções inteligentes utilizadas na operação logística, seja para tornar os processos mais estratégicos para o modelo de carga transportada ou para ampliar os lucros de uma operação.
Neste artigo, vamos te apresentar todos os detalhes sobre carga fracionada.
O que é carga fracionada?
A modalidade de carga fracionada em uma operação acontece quando a transportadora divide o veículo para atender mais de um embarcador, ou seja, o transporte da carga é feito por meio de um sistema de frete compartilhado.
Em geral, essa categoria de transporte pode ser interessante para operações que despacham com frequência menores quantidades de mercadoria. Optando pela carga fracionada evitam-se custos desnecessários e espaço livre no caminhão, além de pagar um valor justo por peso da mercadoria de acordo com a distância percorrida.
Conheça uma infraestrutura completa para armazenar a carga da sua operação.
O que é carga completa?
Já na modalidade de carga completa ou dedicada, o transporte de mercadorias é feito de forma exclusiva para determinado cliente. Essa é uma solução indicada para operações que geram grandes volumes de encomenda, com carga suficiente para preencher um caminhão exclusivo, assim a operação se responsabiliza pelo custo total do frete.
Quais as diferenças entre carga fracionada e carga completa?
Como mencionado anteriormente, as modalidades se diferem de acordo com a necessidade da carga transportada, seja pelo volume de encomenda e/ou trajeto percorrido. Como cada uma dessas modalidades atendem necessidades distintas, vale a operação logística entender qual a melhor solução para atender a estratégia do negócio. Entre as principais diferenças, estão:
1 – Rota
Cobertura geográfica é um ponto a ser observado na hora de planejar a rota, por exemplo, se na estratégia escolhida a encomenda transportada precisará sair do ponto de origem diretamente para o destino, cabe um planejamento de rota para identificar os pontos de atendimento e paradas, para só depois avaliar se a carga da operação poderá ser transportada de maneira exclusiva ou compartilhada.
2 – Custo de transporte
A variação de custos dependerá muito do perfil de encomenda despachada, mas de maneira geral, a carga completa é uma solução que oferece maior custo benefício quando o transporte é feito para grandes volumes de carga. Já na modalidade fracionada, há redução de custos interessante somente para operações que transportam poucos itens.
3 – Segurança
Quando comparado os dois tipos de frete, o transporte compartilhado exige uma atenção extra no quesito supervisionamento e controle, pois, a carga pode passar por várias etapas e manuseio até chegar na entrega para o consumidor final.
4 – Tempo
O transporte logístico feito por meio da carga completa pode ganhar em agilidade, pois normalmente tem um prazo estabelecido estrategicamente, desde a separação do pedido, transporte e entrega final. Já na modalidade carga fracionado podem acontecer da encomenda passar por mais etapas e destinos até que seja concluída.
Transporte de carga fracionada na operação
Um bom planejamento logístico deve considerar todas as variáveis envolvidas na estratégia da operação logística, desde a escolha do transporte até a armazenagem da carga. E nisso a Capital Realty é especialista, com condomínios logísticos que oferecem infraestrutura completa para proporcionar eficiência e conforto com a elevada qualidade que a sua operação exige.
Leia também: 10 dicas de como garantir entregas no prazo e conquistar o cliente
por Capital Realty | nov 25, 2021 | Blog, Logística
Atualmente a logística desempenha um papel estratégico e essencial para qualquer organização. Quando falamos deste setor, não nos referimos apenas ao transporte de produtos, mas a toda a gestão da cadeia produtiva de uma empresa. Nas indústrias é função da logística gerenciar estrategicamente a aquisição, o armazenamento, o manuseio e a distribuição de materiais.
Além disso, a área é responsável pelo controle de estoques, fluxo de informações, processamento de pedidos, análise de resultados e pela linha de produção como um todo. O aumento da competitividade, a melhoria dos seus processos e o aumento na sua produtividade são tarefas a serem desenvolvidas e que não podem ser negligenciadas.
Portanto, investir em uma boa gestão logística resulta em uma maior eficiência e, consequentemente, aumenta a satisfação do cliente.
Confira abaixo 7 dicas para otimizar os processos logísticos da sua empresa!
1. Quantifique os objetivos
Os objetivos são as metas estipuladas para determinar o que você, enquanto empresa, deseja alcançar. É dessa forma que você poderá determinar se uma solução é mais vantajosa que outra, pois a melhor opção será aquela que permitirá o alcance dos objetivos definidos.
Por exemplo, uma transportadora pode determinar como objetivo a redução da soma do custo fixo diário dos ativos, os gastos com combustível, a manutenção e o custo da mão de obra por hora. Esses custos devem ser quantificados e calculados minuciosamente para evitar imprevistos e dados calculados de maneira errada.
2. Garanta que os dados sejam fielmente representados
Os dados precisam ser convertidos em uma linguagem compreensível, pois serão lidos pelo computador através de algoritmos. Por exemplo: precisamos de dados para representar como a carga é transportada em termos de peso e volume. Estes números devem ser quantificados fielmente.
Se usarmos dados divergentes no planejamento feito no computador, ou mesmo se utilizarmos modelos de carros de transporte divergentes do esperado, os dados não serão exatos e isso pode prejudicar o transporte da carga. O planejamento pode quantificar dados como peso e volume pensando em um carro X, e na hora do abastecimento do veículo o gestor perceber que ele não será suficiente para levar a carga completa.
Portanto, se nestes casos o planejamento não for fielmente adequado ao que será colocado em prática, o transporte pode se tornar inviável, prejudicando o cliente que contratou o serviço.
3. Considere as variações das condições de transporte
A variabilidade ocorre em quase todos os processos de cadeia de abastecimento e logística. Por exemplo: o tempo de viagem varia dependendo da distância, o número de itens a serem retirados difere de cliente para cliente e o tempo para carregar um caminhão varia de acordo com os modelos do veículo.
Alguns gestores podem não planejar o transporte da carga de maneira adequada com a otimização da cadeia de suprimentos e logística. Assim, ele pode supor que não há variabilidade ou que o uso de valores padrão pode funcionar. Isso geralmente leva a erros nos resultados e a tomada de decisões que não sejam vantajosas sobre a cadeia de suprimentos e a logística.
Por isso, ignorar a variabilidade é geralmente um caminho para a falha. A variabilidade deve ser considerada ainda na fase de planejamento, visando evitar adversidades durante o restante do processo.
4. Calcule dados precisos
Dados são o que impulsionam a otimização da cadeia de suprimentos e logística. Se os dados não forem precisos e não houver tempo de incluí-los na otimização, os resultados das soluções serão comprometidos. Para a otimização que se concentra na execução, os dados também devem ser abrangentes. Por exemplo, saber o peso de cada remessa pode não ser suficiente se algumas cargas forem limitadas pelo volume do caminhão.
5. Automatize a transferência de dados
A integração é importante devido à grande quantidade de dados que devem ser considerados pela otimização logística. Por exemplo, a otimização das entregas de um armazém para lojas diariamente requer dados sobre os pedidos, clientes, caminhões, motoristas e rotas.
Se você optar por inserir manualmente cada um destes dados, o tempo será comprometido porque não há como acelerar este processo. Assim, fazer uso da tecnologia para mensurar dados é algo que não pode ficar de fora da gestão logística.
6. Foque na gestão, no controle e na execução dos processos
Soluções fornecidas pela cadeia de suprimentos e modelos de otimização de logística podem não oferecer bons resultados, a menos que os profissionais responsáveis possam executar o plano otimizado e os gestores possam ter certeza de que o ROI esperado pela empresa está sendo alcançado.
As instruções devem ser simples e inequívocas para que possam ser facilmente compreendidas e executadas pela equipe. Para uma boa gestão é preciso mais informações agregadas sobre os planos e sobre o seu desempenho ao longo do tempo. Baseadas nas facilidades que a internet oferece, as interfaces estão se tornando um meio muito procurado para gerenciamento e execução.
7. Aposte nos algoritmos como solução dos problemas
Um dos maiores diferenciais entre a otimização da cadeia de suprimentos e a logística são os algoritmos. Um fato irrefutável a respeito da cadeia de suprimentos e os problemas logísticos é que cada um tem algumas características especiais que devem ser exploradas pelos algoritmos de otimização para fornecer soluções aperfeiçoadas em um tempo razoável.
Portanto, é fundamental que esta estrutura especial seja reconhecida e compreendida pelo analista, configurando um sistema de otimização, e que os algoritmos sejam usados com flexibilidade para permitir que sejam “sintonizados”, visando aproveitar as vantagens desta estrutura especial.
Dessa forma, será possível utilizar este recurso tecnológico para combinar diversos dados relacionados aos processos logísticos. Sendo assim, além de agilizar todo o gerenciamento dos dados, o funcionamento da empresa não fica comprometido.
Leia mais: Tecnologia na logística: saiba como utilizar a seu favor
por Capital Realty | jul 15, 2021 | Blog, Logística
Entender qual a importância da logística reversa é compreender que esse processo é um elo com o cliente, pois tem como objetivo facilitar o retorno de produtos para seu destino correto, especialmente quando ocorre a troca ou até mesmo a devolução de alguma mercadoria. Portanto, esse processo é essencial para a operação pois vai atuar no controle e administração de todo o fluxo de venda, criando políticas de troca e devolução, de acordo com a lei.
Planeje a logística reversa da sua operação com quem entende
O que é e como funciona a logística reversa?

A logística reversa faz referência a uma série de medidas que grandes, médias e pequenas empresas podem adotar para recolher e dar encaminhamento ao reaproveitamento ou descarte ideal de um determinado produto.
O que é logística reversa – exemplos
A logística reversa pode estar presente de duas maneiras no dia a dia da empresa: no pós-venda e no pós-consumo. Entenda quais são as diferenças e características de cada uma:
1. Logística reversa no pós-venda
A logística reversa no pós-venda é um clássico que quase todo, senão todo consumidor, já fez. É nesse tipo de logística reversa que o produto retorna para a empresa, isto é, ocorre a devolução dos produtos, pouco tempo depois do cliente adquirir o produto, já tendo usado-o ou não.
Por isso é importante saber quais as etapas da logística reversa do pós-venda, que pode acontecer por diversas questões: seja comercial, por defeito, ausência de algo que não foi entregue junto, entre outros motivos. A operação logística precisa estar preparada não só para receber essa devolução, como também para saber o que vai fazer com o produto, independente do motivo da devolução.
2. Logística reversa no pós-consumo
Já a logística reversa pós-consumo é aquela na qual o objeto já foi comprado, consumido e até descartado pelo consumidor, seja porque o produto já passou do prazo de validade, porque acabou ou porque não serve mais.
Neste caso, a empresa também precisa estar ciente e ter um plano estratégico do que será feito e como esse processo de reutilização se dará. Ele pode acontecer por postos de coletas, estandes para recolher e até por empresas especializadas nesse trabalho. Alguns materiais que aplicam essa política são:
1 – Pilhas;
2- Baterias;
3 – Eletrônicos;
4 – Lâmpadas.
Esse e outros exemplos de materiais podem ser enviados para reciclagem, desmanche, reuso ou outros destinos.
Etapas: como funciona o processo de logística reversa?
A logística reversa é uma estratégia que faz toda a diferença para a empresa. No entanto, como toda estratégia, requer um planejamento para diminuir o índice de falhas e padronizar o procedimento, de maneira que torne o processo eficaz tanto no pós-venda ou no pós-consumo.
A regulamentação da logística é importante para que a experiência do usuário seja boa e eficiente, afinal, se isso não acontecer, dificilmente ele voltará a usufruir de produtos da marca. Por isso, as etapas básicas são importantes:
1. O consumidor devolve o produto/embalagem para o comerciante;
2. O distribuidor manda para o fabricante;
3. O fabricante é o responsável por encaminhar para o reuso, descarte adequado ou, quando é possível, para a reciclagem.
Entenda como aplicar essas etapas na sua operação.
Como fazer logística reversa na sua empresa?
Segundo a Lei nº 12.305, de agosto de 2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, todos têm uma responsabilidade compartilhada com o ciclo de vida útil dos produtos, desde os fabricantes e importadores, até os distribuidores, com o intuito de estimular o processo de reciclagem (contribuindo positivamente com o meio ambiente) e o seu reuso. Por isso, é importante a aplicação da logística reversa na sua empresa.
Veja como fazer isso:
Incentive os consumidores
Para que a logística reversa funcione é necessário que o consumidor esteja ciente de que ela existe e de seus benefícios. Por isso, é responsabilidade da empresa encorajar os clientes a devolverem os produtos em postos reservados para isso, proporcionando uma coleta otimizada. Mas, isso só é possível com uma orientação correta, seja por mensagem, e-mail, ou outros meios de comunicação.
Adote uma política de troca e devoluções
É importante delimitar bem os prazos e condições para a troca e devolução, para que fique claro para o cliente as regras da empresa e como ele pode realizar o retorno do produto. Isso também vale para os lojistas e funcionários, pois dessa forma eles saberão como agir quando acontecer essa situação.
Atendimento humanizado e eficiente
O objetivo final não está resumido apenas em seguir a lei, adotar boas práticas e gerar economia para empresa, mas também está traduzido na experiência e satisfação do cliente. Afinal, se ele comprou um produto com defeito e conseguiu tranquilamente trocar por outro em um bom estado, provavelmente ele consumirá produtos da marca novamente. Por isso, o investimento em treinamentos e em canais de atendimento ao consumidor com esse enfoque são essenciais.
Controle de estoque e financeiro
A devolução e a troca exigem organização, por parte do estoque e do setor financeiro. Isso porque uma área demanda o produto, enquanto a outra área faz o estorno do valor do produto. Dessa forma, uma equipe que esteja sempre atenta facilita o processo e evita possíveis conflitos.
Como vimos, aplicar a logística reserva é fundamental para que os clientes tenham uma boa experiência com a sua marca. Seguindo dicas simples é possível implementar esse tipo de logística na sua empresa, mas nunca deixe de contar com uma equipe profissional para que os resultados sejam ainda mais positivos.
Conte com a Capital Realty
Há mais de 20 anos a Capital Realty atua no mercado de infraestrutura e logística com alta capacidade técnica de desenvolvimento e gestão de propriedades. Somos referência no mercado de terceirização imobiliária de armazéns logísticos no sul do Brasil e os nossos condomínios logísticos oferecem infraestrutura completa para proporcionar eficiência e conforto com a elevada qualidade que a sua operação exige. Entre em contato para saber mais.
Leia também: Picking e packing: como sua eficiência influencia na operação logística?
por Capital Realty | mar 27, 2020 | Armazenagem, Blog, Gestão, Logística
Otimizar as demandas do centro de distribuição e logística é uma das prioridades para toda estratégia de gestão de armazenagem. Isso é o que garante a fluidez na cadeia logística, melhora a qualidade do serviço e reduz custos operacionais.
Por isso, em um cenário cada vez mais competitivo, os centros de distribuição tornaram-se espaços cada vez mais importantes para garantir o sucesso de uma operação e para conseguir manter os clientes satisfeitos.
Neste artigo, apresentamos as principais informações sobre como otimizar a performance do seu negócio com um centro de distribuição. A seguir, você lerá sobre:
- O que é um centro de distribuição?
- Como funciona um centro de distribuição?
- 5 Dicas para otimizar um centro de distribuição e logística
Continue a leitura e confira 5 dicas para otimizar um centro de distribuição e garantir melhores resultados na operação!
O que é centro de distribuição?
O centro de distribuição é um espaço com infraestrutura especialmente destinada a receber, movimentar, armazenar, separar e expedir os produtos. As vantagens do centro de distribuição são inúmeras, mas eles devem estar localizados estrategicamente para aumentar a agilidade, eficiência e a qualidade das operações logísticas.
Como funciona um centro de distribuição?
O centro de distribuição funciona como uma base para todo sistema de cadeia de distribuição de seus produtos. Todo o processo de armazenagem de estoque é organizado e otimizado em um mesmo local, possibilitando um atendimento mais ágil e eficiente para o consumidor final.
1 – Recepção
A rotina da operação começa com o recebimento das mercadorias comercializadas. Nessa fase inicial é possível contar com softwares específicos que facilitam na conferência e organização da carga.
2 – Movimentação
Essa etapa exige estratégia e eficiência no manuseio para encontrar a melhor forma de dispor a mercadoria no centro de distribuição. Por isso, o recomendado é o uso de ferramentas como empilhadeiras para auxiliar no processo.
3. Armazenamento
A armazenagem deve ser feita segundo o perfil de mercadoria, produtos frágeis ou perecíveis exigem um cuidado especial. A carga permanece nessa etapa até serem liberadas para a separação e o despacho.

4 – Separação e embalagem
Essa etapa é também conhecida como picking, pode ser desenvolvida com auxílio de ferramentas tecnológicas para fazer uma coleta de mercadorias mais ágil e eficiente.
Em seguida, o produto é enviado para a etapa de packing para ser embalado e preparado para o envio.
5 – Envio
A última etapa de uma rotina no centro de distribuição é também considerada uma das mais importantes, pois exige a conferência exata de todos os pedidos e a realização perfeita da entrega.
5 Dicas para otimizar um centro de distribuição e logística
Otimizar um centro de distribuição pode fazer com que este ambiente torne-se mais eficiente para operações de rotina. Por isso, confira como montar um centro de distribuição de logística com cinco dicas.
1. Estude o layout do centro de distribuição
O fato de dispor os itens armazenados de uma maneira diferente já pode resultar em uma operação mais dinâmica. Quando a organização é realizada de maneira inteligente, a entrada e saída de mercadorias acontece com mais agilidade e menos equipamentos podem ser envolvidos nos processos.
O primeiro passo é conhecer muito bem a infraestrutura física disponível e, a partir dela, montar um layout que esteja conforme as práticas mais modernas de gestão de armazenamento. Observe fatores como giro dos produtos e sazonalidades e aqueles com maior saída devem ser os mais fáceis de armazenar e distribuir.

2. Utilize softwares de gestão
É praticamente impensável realizar armazenamento de produtos eficientemente hoje sem recorrer a softwares de gestão. Eles permitem automatizar processos, reduzindo falhas operacionais e aumentando a produtividade dos operadores. Em médio e longo prazo, os benefícios justificam os investimentos.
Em se tratando de logística de centros de distribuição existem vários tipos de ferramentas. Ferramentas como o sistema TMS, o ERP ou o WMS podem ser customizados sob medida para cada tipo de negócio.
3. Não distribua sem roteirização
Quando um veículo deixa o centro de distribuição com mercadorias, é de suma importância que ele tenha um roteiro claro e otimizado dos pontos de entrega.
O não planejamento de rotas de entrega é um dos principais responsáveis por aumentar os custos desse processo. Muitas empresas optam por centros de distribuição em locais mais afastados, com aluguéis menores. Porém, na prática, acabam gastando mais com deslocamentos desnecessários.
Considere rever a relação custo-benefício do seu pavilhão e compare-a com a dos condomínios logísticos.
4. Faça inventários cíclicos
A armazenagem não deve ser um processo estático. O dinamismo do mercado faz com que as soluções que se mostram as mais adequadas hoje não sejam, necessariamente, as melhores alternativas nos meses seguintes.
Portanto, rever processos e realizar inventários cíclicos é fundamental para redefinir prioridades. Considere questões sazonais e aproveite períodos com menor volume de trabalho externo para ampliar o controle sobre os seus produtos.
5. Estabeleça indicadores e busque melhoria contínua
Só é possível analisar a eficiência do seu trabalho se houver indicadores claros que mensuram a qualidade e o desempenho do serviço prestado. Assim, defina quais são os KPIs importantes e as metodologias que serão utilizadas para obtenção desses dados.
A partir disso, faça reuniões regulares com os seus gestores e analise os dados, buscando sempre melhoria contínua. A melhoria contínua passa pelo entendimento dos processos e pela busca de aparar complicações mesmo quando o impacto delas sobre o negócio todo parece pequeno.
<H2> Conte com a eficiência dos centros de distribuição
Centros de distribuição para armazenagem garantem que sua empresa tenha um processo logístico mais eficiente e ágil. Por isso, opte por centros de distribuição seguros, bem localizados que atendam a todas as suas necessidades, como os condomínios logísticos da Capital Realty.
Entre em contato e conheça todas as oportunidades que disponibilizamos para o seu negócio.
