por Capital Realty | jul 20, 2024 | Blog, Gestão
Um pilar de qualquer operação logística, a gestão de transporte é um diferencial competitivo para as empresas. Além de reduzir custos operacionais, é possível notar a melhoria na satisfação do cliente e a otimização da cadeia de suprimentos como um todo.
Por isso, buscar novas estratégias para implementar nesse processo é ideal para manter o seu negócio com o melhor desempenho. Neste artigo, vamos explorar como você pode aperfeiçoar essa área em sua empresa.
O que é gestão de transporte?
A gestão de transporte é essencial para aperfeiçoar a movimentação de bens e pessoas de forma eficiente. Essa área envolve a organização e o controle de etapas que incluem desde a seleção de rotas mais adequadas, o uso apropriado de recursos como veículos e infraestrutura, até a gestão de estoques e prazos.
A eficácia da gestão de transporte em uma empresa melhora a pontualidade em entregas, contribuindo para a satisfação dos clientes. Além disso, essa prática contribui para a sustentabilidade, minimizando o impacto ambiental das operações, pois permite o uso consciente de recursos, reduzindo assim as emissões de gases poluentes.
Como fazer uma gestão de transporte? Dicas para aplicar
A gestão da cadeia de suprimentos é uma tarefa complexa, que envolve desde a obtenção de matéria-prima até a entrega do produto ao cliente. Nesse cenário, entender como realizar a gestão do transporte tornou-se uma parte vital do processo.
Confira, a seguir, as dicas para aplicar no seu negócio.
1. Crie um planejamento estratégico
Analise as rotas atuais, os custos e os prazos de entrega. Utilize dados relevantes da sua empresa para compreender estratégias que podem ser aplicadas.
Entenda qual é o gasto médio em combustível, o ticket médio de fretes e gastos com manutenções. Dessa forma, será possível identificar possíveis oportunidades para a redução de custos.
2. Defina metas
Utilize metas para orientar as ações da equipe e entender se os objetivos definidos estão sendo atingidos. Foque naquelas que terão maior impacto nas operações, como a taxa de satisfação do cliente, custo por quilômetro rodado, tempo médio de entrega, entre outros.
3. Realize a integração de sistemas
A integração de sistemas e tecnologias garante que o transporte se torne mais eficaz. Com isso, a comunicação e o fluxo de informação são otimizados, resultando na facilidade para visualizar informações como status de entregas, localização de veículos e estoque disponível.
O uso da tecnologia nesse sentido permite a automatização de tarefas repetitivas, garantindo mais tempo para atividades estratégicas.

4. Pratique a gestão de combustível
Uma parte crucial da gestão de transporte, o combustível apresenta um dos maiores custos operacionais na logística.
Realize verificações e manutenções preventivas em veículos para que eles funcionem corretamente para evitar problemas que podem levar ao aumento do consumo. Além disso, explore o uso de uma frota de automóveis mais produtivos, como modelos híbridos ou elétricos.
5. Preveja novas rotas de entrega
Tenha rotas planejadas para economizar combustível e reduzir a emissão de gases poluentes. Para isso, analise históricos de entregas para identificar padrões, como horários de pico de tráfego e áreas com atrasos.
Agrupe produtos e mercadorias que estão geograficamente próximos para reduzir a distância percorrida e carregue os veículos de forma consciente para que toda a capacidade seja usada.
Benefícios da gestão de transportes
Em um cenário competitivo, a eficácia na gestão de transportes apresenta benefícios que podem ser considerados diferenciais. Assim, uma empresa consegue se adaptar ao mercado e assumir uma posição de destaque ao oferecer serviços produtivos.
Os principais benefícios de uma gestão de transportes são:
- sustentabilidade ambiental: ao selecionar rotas inteligentes, a empresa reduz as emissões de carbono e outros gases poluentes, contribuindo para a redução do impacto ambiental das operações;
- eficiência operacional: essa estratégia consiste no planejamento de itinerários que consideram variáveis como tráfego e condições climáticas. Com isso, é possível maximizar a capacidade de veículos, prezar pelo bem-estar dos motoristas e aumentar a produtividade;
- redução de custos: ao otimizar rotas, a empresa obtém economia substancial em combustível, manutenção de veículos e outros custos logísticos, maximizando eficiência dos recursos utilizados;
- pontualidade em entregas: o planejamento estratégico e cronograma de rotas eficaz apresenta um serviço mais confiável aos clientes. Isso fortalece a relação de fidelidade com a empresa, pois os produtos são entregues dentro do prazo.
Como fidelizar um cliente? 5 ações para aplicar
O processo de otimização da gestão de transporte gera um resultado importante para as empresas: a fidelização de clientes. Formar vínculos duradouros com clientes que já conhecem o seu negócio é necessário para o sucesso a longo prazo.
Acesse o blog da Capital Realty e conheça cinco ações para aplicar na sua empresa que podem te ajudar a fidelizar clientes

por Capital Realty | jul 10, 2024 | Blog, Gestão
A gestão eficiente em todos os processos de uma cadeia logística é um dos pilares para o sucesso de uma operação. Por isso, entender o que é o backlog, uma ferramenta que facilita o planejamento e execução das tarefas, é uma tática para reduzir os riscos de retrabalhos e atrasos.
Neste artigo, vamos explicar o que é backlog e como ele pode ser aplicado na operação logística da sua empresa. Neste artigo, você encontrará:
O que é backlog?
O backlog é uma lista de atividades e demandas que precisam ser executadas em um projeto. No contexto logístico, essa lista se refere a pedidos ou funções que ainda devem ser processados.
Esse registro pode incluir itens como funcionalidades de um produto, atividades de manutenção, correções de bugs, entre outros.
O objetivo do backlog é organizar e priorizar as tarefas, para que elas sejam realizadas de forma mais eficiente e dentro do prazo estabelecido.
Backlog em um projeto de logística
O backlog pode ser utilizado para organizar e priorizar as atividades e demandas, promovendo a eficiência operacional em todas as etapas de um processo de logística.
Isso inclui tarefas como planejamento de rotas, gerenciamento de estoque, processamento de pedidos, entre outros.
Por meio de um controle do backlog, é possível identificar com clareza o que precisa ser realizado e a ordem de prioridade. Isso permite que a equipe se concentre nas atividades mais importantes e urgentes, garantindo que os prazos sejam cumpridos e os resultados alcançados.
Qual a importância do backlog?
O backlog é essencial em projetos para garantir a organização, centralizando e priorizando tarefas. Ele também proporciona visibilidade do progresso para todas as pessoas envolvidas, fazendo com que toda a equipe esteja alinhada, além de facilitar a gestão de tempo e recursos.
Como funciona o backlog?
O backlog funciona por meio de uma lista de tarefas dinâmicas. Ela pode mudar ao longo do tempo à medida que novos requisitos surgem ou são alterados.
A criação de um backlog é feita ao reunir todos os itens que precisam ser concluídos. Há também a classificação de itens conforme a sua importância ou urgência.
Com esse planejamento, as tarefas são realizadas segundo a sua prioridade, e o backlog deve ser atualizado com o progresso e novos itens conforme necessário.
A equipe deve revisar e atualizar o backlog regularmente para garantir que as ações mais importantes estejam no topo da lista e que a equipe esteja trabalhando no trabalho prioritário.
Quais os tipos de backlog?
O backlog é, geralmente, dividido em dois tipos: Product Backlog e Sprint Backlog.
O que é Product Backlog?
O Product Backlog envolve uma lista de requisitos a serem cumpridos para atingir a excelência na organização até a entrega de um produto. Aqui, são priorizadas as funcionalidades, melhorias e correções necessárias para o sucesso durante a gestão da cadeia de suprimentos.
O que é Sprint Backlog?
O Sprint Backlog é uma lista de tarefas que precisam ser realizadas durante um período de tempo definido. Durante essa etapa, as atividades podem ser executadas em um progresso monitorado diariamente, por meio do Daily Scrum, reunião diária para alinhamento e ajuste das tarefas.
A importância do backlog na logística
Quando o backlog não é gerenciado de forma eficiente, podem ocorrer diversos problemas. Eles influenciaram, diretamente, na entrega de projetos e na eficiência da equipe. Entre os principais, estão:
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- atrasos na entrega dos produtos: quando os prazos não são monitorados, a entrega do produto pode ser afetada, comprometendo a eficiência da operação logística da transportadora;
- retrabalhos: se um item do backlog é mal interpretado ou mal desenvolvido, pode ser necessário refazê-lo, o que aumenta o tempo e os custos da produção;
- falta de priorização de tarefas: sem uma lista de prioridades clara, os membros da equipe podem acabar trabalhando em tarefas menos importantes, atrasando a entrega do produto;
- perda de informações importantes: caso o backlog não seja atualizado corretamente, membros da equipe podem perder informações importantes que podem afetar a entrega final do produto;
- inclusão de itens irrelevantes: a equipe pode acabar perdendo tempo em tarefas que não contribuem para a evolução dos processos de logística, se itens irrelevantes são adicionados ao backlog.
Para evitar esses problemas, é fundamental que a gestão do backlog seja realizada de forma criteriosa, com uma equipe qualificada e um processo bem definido. Além do backlog, a busca pela eficiência em áreas da logística é essencial para garantir que produtos sejam movimentados de forma eficiente.
Para que isso aconteça, é necessário estruturar processos logísticos de maneira organizada. Acesse o blog da Capital Realty e entenda como identificar cada um dos pilares da logística para aplicar na sua empresa.

por Capital Realty | jun 25, 2024 | Blog, Gestão
As boas práticas da ergonomia na indústria são essenciais para assegurar o bem-estar dos colaboradores de uma empresa. Esse conceito diz respeito a um estudo para promover a saúde física, psicológica e emocional dos colaboradores. Por isso, há muito o que aprender sobre o assunto antes de aplicá-la no ambiente de trabalho.
Os princípios da ergonomia promovem o uso de design inteligente, organização do ambiente e outros elementos para promover a saúde no ambiente de trabalho.
Ao seguir diretrizes estabelecidas por normas, é possível promover a eficiência operacional de uma empresa, preservando a capacidade dos colaboradores e incentivando o seu bem-estar.
Neste artigo, você lerá sobre:
O que é ergonomia?
A ergonomia visa a criação de normas e adaptação de espaços, móveis e outros elementos para que funcionários de uma empresa se sintam confortáveis emocional, física e psicologicamente. O objetivo da ergonomia é garantir a saúde dos colaboradores ao criar um ambiente de trabalho que considere todas as suas necessidades.
NR-17: o que é?
A Norma Regulamentadora Nº 17, também chamada de NR-17, estabelece as condições relacionadas à ergonomia no ambiente de trabalho de empresas brasileiras.
A NR-17 aborda as condições que devem ser consideradas para que os colaboradores não tenham doenças ocupacionais, ou seja, doenças provocadas pelo trabalho.
Entre os assuntos abordados na NR-17 estão:
- equipamentos: mouses, computadores e outros materiais que devem estar adequados a características antropométricas dos colaboradores de uma empresa para não causar problemas musculares;
- mobiliário: móveis do ambiente de trabalho, como mesas e cadeiras, devem seguir critérios de design para evitar dores físicas e problemas futuros;
- capacitação: a empresa deve fornecer orientações e treinamentos sobre ergonomia para os colaboradores, para orientá-los sobre o uso de equipamentos e práticas recomendadas;
organização do trabalho: características que englobam a jornada de trabalho, carga horária e funções que podem causar prejuízos físicos e psicológicos devem ser abordados pela empresa para diminuir riscos aos colaboradores.
Qual a importância da ergonomia na indústria?
O papel da ergonomia na indústria é promover o bem-estar dos colaboradores, melhorando a sua capacidade produtiva e assegurar que doenças ocupacionais não ocorram.
A implementação de princípios ergonômicos em uma empresa melhora a satisfação dos colaboradores. A preocupação com a saúde, conforto e bem-estar de quem trabalha em uma empresa demonstra a preocupação na criação de um ambiente que promova uma vivência harmônica.
Entre os benefícios da ergonomia na indústria estão:
- prevenção de acidentes e doenças;
- aumento da produtividade;
- melhoria da satisfação;
- aumento do bem-estar e qualidade de vida.
Saiba como colocar a ergonomia em prática
A ergonomia deve ser colocada em prática para garantir o bem-estar dos colaboradores. Para isso, é necessário seguir os princípios citados na NR-17, criados para estabelecer padrões que preservam todos os aspectos da saúde no ambiente de trabalho.
Aqui estão as etapas para colocar a ergonomia em prática na sua empresa:
- avaliação: realize uma avaliação do ambiente de trabalho para entender quais são os possíveis problemas ergonômicos que estão presentes nos espaços frequentados pela equipe;
- crie informativos e promova treinamentos: é importante realizar treinamentos e informar os colaboradores da empresa sobre o que é ergonomia, os benefícios dessa prática e seus princípios;
- incentive a participação: os colaboradores devem sentir que há abertura para expressar preocupações e problemas na organização. Crie um espaço aberto para ouvir sugestões e identificar problemas ergonômicos;
- realize mudanças: garanta a iluminação adequada dos espaços, adquira mobiliários ergonômicos e mantenha a boa ventilação dos ambientes;
- promova a organização: realize a distribuição de tarefas adequadamente para não sobrecarregar os colaboradores;
- execute otimizações: mesmo com a implementação de mudanças, será necessário realizar otimizações para garantir que não há novas atualizações que precisam ser implementadas.
Ergonomia em prática nas empresas de logísticas
Ao considerar a natureza física e repetitiva das tarefas em empresas de logística, é preciso garantir a aplicação da ergonomia para evitar lesões e problemas musculares.
Algumas aplicações da ergonomia na logística são:
- avaliação da eficiência dos processos logísticos implementados;
- uso de veículos para transporte com assentos confortáveis e ergonômicos;
- disponibilização de equipamentos de carga que evitam o estresse muscular;
- gestão de tempo e implementação de pausas durante o expediente;
- treinamentos para uso de equipamentos e práticas ergonômicas durante a rotina de trabalho.
Otimize a gestão da sua empresa
A implementação de princípios ergonômicos é uma das maneiras de otimizar a gestão de uma empresa. A ergonomia não protege apenas a saúde e bem-estar dos colaboradores, mas também melhora a eficiência dos processos de uma empresa.
Além da ergonomia, há outros assuntos que auxiliam na otimização da logística e produtividade. Uma das mudanças que podem otimizar a gestão da sua empresa é o uso de energias sustentáveis. No blog da Capital Realty, há insights para que você continue explorando novas maneiras de melhorar

por Capital Realty | abr 25, 2024 | Blog, Gestão
Para que uma empresa mantenha sua vantagem competitiva no mercado, é crucial que sua cadeia de suprimentos seja gerida com eficiência. Neste sentido, o Planejamento de Requerimentos de Distribuição (DRP) é destaque como uma estratégia eficaz, garantindo a disponibilidade oportuna de produtos e atendendo às demandas dos clientes de forma eficiente.
A seguir, exploramos os detalhes sobre essa estratégia de negócio. No artigo, você lerá sobre:
O que é DRP?
A sigla DRP significa Distribution Requirements Planning — em inglês —, sendo traduzida como Planejamento dos Requerimentos de Distribuição. Essa metodologia consiste no fornecimento de produtos do centro de distribuição para as empresas conforme a demanda.
Muito utilizada no setor de varejo e na indústria, essa técnica envolve analisar as necessidades de distribuição e a capacidade de armazenamento e transporte, garantindo assim uma cadeia de suprimentos fluida e eficaz.
O DRP é essencial para regular a reserva de produtos em uma loja, fazendo com que não sejam desperdiçados ou não estejam à disposição quando solicitados pelos clientes.
Qual é a função do DRP?
A função principal do DRP é garantir que a demanda dos clientes seja atendida de forma eficiente, evitando tanto a falta quanto o excesso de estoque.
Esse modelo é realizado através da análise e planejamento das necessidades de distribuição de mercadoria, considerando fatores como a procura de itens, capacidade de armazenamento, de transporte e prazos de entrega.
Quais os benefícios do DRP?
O DRP desempenha um papel fundamental para que a gestão da cadeia de suprimentos seja adequada, fluida e eficaz. Alguns dos benefícios desta estratégia incluem:
- atendimento eficiente: assegura que os produtos certos estejam disponíveis, reduzindo o risco de escassez no momento da compra;
- redução de custos: minimiza os custos associados a reserva excessiva, facilitando a administração dos produtos à disposição;
- redução de obsolescência de estoque: reduz perdas associadas ao excesso de produtos, principalmente no setor alimentício;
- maior satisfação do cliente: contribui para a experiência positiva do cliente no ponto de venda, evitando a falta de mercadorias disponíveis;
- otimização da cadeia de suprimentos: melhoria na coordenação deste processo, resultando em uma administração mais eficiente e menores tempos de ciclo.
Como fazer um DRP?
A implementação de um DRP na sua empresa deve seguir os seguintes passos para que seja feita eficientemente:
- analise a demanda dos clientes conforme o histórico de vendas, como sazonalidade e promoções;
- determine quais são os recursos necessários para realizar a coordenação adequada e reposição de produtos quando necessário;
- entenda qual o seu estoque atual e qual a capacidade de armazenamento disponível. Com isso, estime a quantidade de itens que precisa ser mantida em reserva com base na procura prevista;
- implemente um sistema de controle de estoque para acompanhar a mercadoria em reserva;
- faça o monitoramento e realize ajustes, comparando a previsão de demandas com os resultados obtidos.

SKU: entenda como otimizar a gestão do seu estoque
Integrar mais de uma estratégia de gestão possibilita uma visão mais detalhada do seu negócio. Por isso, para que o Planejamento dos Requerimentos de Distribuição (DRP) funcione adequadamente, considere aplicar outras metodologias de gerenciamento.
O SKU, Stock Keeping Unit — Unidade de Manutenção de Estoque, em português — atua como um controle para otimizar a gestão e organização de produtos, facilitando a identificação de possíveis excessos.

por Capital Realty | nov 10, 2023 | Blog, Gestão
Quando o assunto é organização e gestão de fluxo de estoque, muitos desafios surgem, principalmente na forma como armazenar as mercadorias. Por isso, entender o sistema FIFO, o que é e como utilizá-lo pode apresentar benefícios como maior agilidade nos processos logísticos.
A seguir, preparamos um guia com as principais informações sobre o que é FIFO e como esse sistema funciona. Neste artigo, você lerá sobre:
O que é FIFO?
O FIFO é um sistema de armazenagem que trabalha conforme a sequência da entrada das mercadorias ao estoque, sempre priorizando o despacho daqueles lotes que chegaram antes.
Também conhecido em português como PEPS (primeiro que entra, primeiro que sai), o FIFO oferece um maior controle de armazenagem. Isso significa que os produtos mais antigos são utilizados primeiro, o que pode ser crucial nos setores em que a deterioração dos produtos é uma questão relevante.
Como funciona o FIFO?
O FIFO é um sistema que estipula a rotação de mercadorias, em que aquele que está mais tempo no estoque sempre sai primeiro, seja qual for o produto.
Além disso, esse sistema determina a ordem de saída dos lotes, ou seja, o primeiro que chega ao estoque, será sempre o primeiro a sair. Assim, nas filas constituídas por essa categoria de sistema, os produtos vão sendo comercializados por ondem de chegada, a começar pelos que estão a mais tempo no estoque.
Desta maneira é possível ter um controle de estoque mais eficaz, não deixando os produtos envelhecerem ou ultrapassarem a sua data de validade.

Quando adotar este sistema?
Esse sistema é utilizado principalmente por empresas que trabalham com o armazenamento de alimentos perecíveis, para que sejam evitados perdas dos produtos pela sua data de validade. O foco principal do uso do FIFO é evitar desperdícios de mercadorias por conta de uma má gestão da cadeia de suprimentos.
Quais os benefícios do FIFO?
Este sistema controla o volume de entrada e saída de produtos e mercadorias do estoque ou de um armazém. Esse é um processo que proporciona vantagens em custo-benefício para a empresa, bem como organização e melhoria a longo prazo.
Redução de custos, espaços e desperdícios
Ao utilizar esse sistema, é possível otimizar o armazenamento de produtos e mercadorias, e promover a redução de grandes espaços no armazém. Assim, os custos tendem a cair, o que é um grande atrativo para as empresas que buscam melhores resultados financeiros.
Além disso, o uso deste sistema facilita o manuseio de produtos perecíveis e evita a perda de mercadorias por expiração do prazo de validade, diminuindo desperdício e, consequentemente, custos.
Gestão visual
Normalmente, é fácil identificar um gargalo em um sistema FIFO. A gestão visual pode ser realizada através da rotulagem adequada dos itens, o uso de cores para diferenciar datas de entrada e saída, e a disposição física dos produtos de forma a refletir a ordem cronológica de entrada.
Além disso, os próprios colaboradores da sua organização podem ser capazes de identificar alguma falha no sistema e podem corrigir antes que se torne um problema crítico.
Agilidade em processos logísticos
O sistema FIFO opera a partir do fluxo enxuto de materiais, evitando a superprodução e o preenchimento excessivo no sistema. Com isso, o espaço de armazenamento apresenta apenas os itens necessários para a continuidade da operação.
Dessa forma, ganha-se agilidade em processos logísticos, ficando mais fácil para a empresa reagir de forma rápida e eficiente em casos de variações em demandas de seus produtos e mercadorias.
Otimiza a precificação
Como os produtos não permanecem por tanto tempo no estoque, proporcionando um giro mais rápido de produtos armazenados, os desequilíbrios entre os preços de entrada e saída de produtos tendem a diminuir consideravelmente.Isso garante que o custo da mercadoria vendida e o custo do estoque remanescente sejam correspondentes.
Maior agilidade e eficiência
Com o fluxo enxuto de material, o sistema FIFO contribui para a redução de erros operacionais e traz mais rapidez ao processo. Assim, é possível agilizar os procedimentos de preparação do pedido e permitindo que ele chegue mais rápido ao consumidor.
Desta maneira a empresa consegue obter maior rapidez na operação. Pois, a técnica facilita a localização, a separação, a entrada e saída de materiais e produtos do estoque.
Outras categorias de sistema de armazenagem
Além do FIFO, ainda existem outras categorias de sistemas de armazenagem, como o LIFO (Last in, First Out), o FEFO (First Expired, First Out), entenda agora o que são.
LIFO (Last in First Out)
A sigla LIFO significa “Last in, First Out”, ou seja, “Último a entrar, primeiro a sair”. Esse sistema trabalha de maneira contrária ao FIFO, isto é, o último produto a entrar no armazém deve ser o primeiro a sair.
Esse sistema é indicado para empresas que trabalham com estoques que não oferecem risco de perda por validade ou por obsolescência, por exemplo. A lógica desse sistema permite que um aumento no valor da compra das mercadorias junto ao fornecedor seja rapidamente repassada ao consumidor, evitando prejuízo para a empresa.
FEFO (First Expired First Out)
Esse sistema está diretamente ligado à validade do produto. A sigla FEFO quer dizer “First Expire, First Out”, isto é, “primeiro a vencer, primeiro a sair”. Nesse sistema, a empresa deve ter o controle da validade dos itens e retirá-los do estoque assim que se aproximam da data de validade.
Ele é amplamente utilizado no setor alimentício, no qual a avaliação da qualidade do produto está diretamente relacionada ao prazo de validade.
Condomínio logístico: o que é e como ajuda na sua expansão logística
Para que o FIFO seja aplicado de forma eficiente em uma operação, é necessário que outros aspectos, como logística, organização e espaço físico estejam preparados para atender as necessidades da empresa.
Para grandes operações, os condomínios logísticos são um recurso que ofertam infraestrutura e serviços para comportar o armazenamento de empresas. No site da Capital Realty, você pode conferir mais informações sobre como esse modelo de estrutura pode oferecer as melhores soluções em armazenagem para a sua empresa.

por Capital Realty | maio 30, 2023 | Blog, Gestão
Escolher o modelo mais adequado entre os tipos de armazenagem disponíveis para seu negócio oferece uma melhor gestão do processo logístico. Isso porque a forma como uma empresa estoca sua mercadoria está diretamente relacionada à qualidade final do produto. Afinal, se a estocagem for feita de maneira errada, os produtos podem sofrer alterações na estrutura física e até mesmo estragar.
Além disso, padronizar as rotinas de armazenagem contribui para uma melhor organização dos processos estratégicos e de trabalho, dinamizando as rotinas de produção.
Assim, o armazenamento ideal é um fator crucial para a eficiência logística de uma empresa. A seguir, explicamos melhor quais são os principais tipos de armazenagem e como saber qual o melhor para cada situação.
Neste artigo, você lerá sobre:
Tipos de armazenagem
Os principais tipos de armazenagem são:
- própria;
- terceirizada;
- contratada.
Cada empresa tem suas próprias necessidades e o tipo de armazenagem de estoque escolhido deve oferecer agilidade e aumentar a produtividade na execução dos processos, para que resultados satisfatórios sejam alcançados, assim como para evitar custos excessivos ou prejuízos.
Saiba mais sobre o que é armazenagem e os três principais tipos.
1. Armazenagem própria
É considerado um dos mais adaptáveis sistemas de armazenamento do mercado, pois o local pertence à própria empresa. Na armazenagem própria, a empresa é responsável por todo o processo de gestão e operação das atividades no galpão, incluindo:
- estocagem;
- distribuição;
- registros de entrada e saída;
- contratação de colaboradores;
- compra de equipamentos;
- custos fixos, como água e luz.
Na armazenagem própria, a maior vantagem é que possíveis mudanças podem ser feitas de forma mais fácil e a empresa pode controlar tudo mais de perto.
Caso a empresa opte por colocar os próprios colaboradores para comandar o sistema de armazenamento, é ideal que haja um treinamento, pois a tarefa exige conhecimento especializado.
A localização deve ser bem planejada e não necessariamente o galpão/armazém precisa estar localizado próximo à empresa, mas deve-se pensar em locais estratégicos para contribuir aos processos logísticos. Uma recomendação é escolher um local próximo a rodovias, por exemplo, para facilitar o transporte de chegada e saída de materiais.
2. Armazenagem terceirizada
O sistema de armazenagem terceirizada é a opção mais econômica entre os sistemas de armazenagem, por apresentar uma queda significativa nos custos operacionais.
Nesse modelo, a gestão e operação das atividades são transferidas para uma empresa terceirizada, que fica responsável por realizar o trabalho de estocagem e distribuição dos produtos. É uma das opções mais atrativas e adotadas por empresas dos mais diferentes ramos por apresentar boas vantagens.
Um dos principais benefícios, além da economia, é que o parceiro terceirizado oferece mão de obra especializada para realizar o trabalho de estocagem, o que garante que o serviço prestado seja de alta qualidade e eficiência. Cada etapa da armazenagem é observada de perto pela equipe para evitar danos, perdas e desperdício de material.
3. Armazenagem contratada
Esse é um dos modelos de estocagem intermediária para quem não dispõe de um espaço próprio para armazenagem. O sistema de armazenamento é uma mistura da própria com a terceirizada. Neste modelo, a empresa aluga o local para colocar seus produtos, mas utiliza os próprios funcionários para comandar todos os processos logísticos.
Dessa forma, a empresa fica responsável pela mão de obra, gestão dos processos e manutenção interna do armazém. A limpeza, segurança das áreas comuns e manutenções na estrutura, como ajustes no telhado, por exemplo, ficam sob a responsabilidade da empresa terceirizada contratada.

Como determinar a estrutura de armazenagem adequada?
Alguns pontos essenciais devem ser considerados na hora de avaliar qual modelo de armazenagem funciona melhor para as necessidades da sua empresa.
Por isso, analise bem as informações a seguir para tomar a melhor decisão.
1. Avalie os custos
Coloque todos os gastos na ponta do lápis antes de escolher o tipo de armazenagem ideal para a sua empresa. Além disso, lembre-se de analisar a situação a médio e longo prazo.
Considere que a decisão envolve diversos custos, como:
- contratação de mão de obra;
- aluguel ou aquisição do espaço;
- treinamentos para colaboradores;
- aquisição de equipamentos de movimentação.
2. Considere o produto armazenado
Há alguns setores que precisam lidar com processos mais cuidadosos e complexos, como o correto armazenamento de alimentos perecíveis ou medicamentos. Os ambientes precisam ser adaptados e, na maioria das vezes, também necessitam de equipamentos e métodos de movimentação específicos para evitar danos ou prejuízos durante a execução das atividades.
3. Avalie a amplitude do local
Também considere o espaço e volume que os produtos ocupam. Um negócio de grande porte necessita de locais maiores e mais amplos, o que também facilita a manutenção, limpeza e organização do espaço.
4. Considere a localização
A localização precisa ser estratégica, um local com acesso rápido e fácil às rodovias agiliza as entregas e a distribuição dos produtos. Utilizar estratégias que otimizam a logística do transporte é uma forma de aumentar a produtividade da empresa.
5. Avalie a sustentabilidade do seu negócio
Para quem deseja se tornar um empreendedor sustentável, considerar os impactos negativos do seu negócio no meio ambiente é essencial, incluindo a escolha de armazém.
Para isso, avalie qual o tipo de armazém deve poupar o maior uso de veículos para transporte, diminuindo a emissão de gases poluentes, e se a empresa terceirizada contratada oferece infraestrutura com iniciativas sustentáveis são dicas para iniciar.
6. Examine o layout e a organização do espaço
Opte por sistemas de armazenagem que facilitam a alocação dos materiais, bem como sua retirada. Entre os modelos mais comuns estão: porta-pallets, push back, flow rack, drive-in, drive-thru, dinâmica, carrossel, mezanino, entre outros.
Continue a leitura para conferir os sistemas de armazenagem mais conhecidos.
Sistemas de armazenagem: quais são os mais conhecidos?
Os sistemas de armazenamento são responsáveis pela estocagem, proteção dos produtos, controle de entrada, saída, distribuição e demandas produtivas. Ou seja, desempenha um papel essencial na produção.
Push Back
No sistema push back, as mercadorias que entraram por último no armazém serão as primeiras a serem entregues, seguindo o método LIFO (last in, first out) — ou, em português, primeiro a entrar, primeiro a sair.
Esse sistema é muito utilizado para produtos com prazo curto de validade e com muita rotatividade. O modelo para execução requer o uso de carrinhos ou roletes, variando o preço da operação.
Com a chegada de novos itens no armazenamento, os mais antigos são empurrados para trás. Quando o último palete sai, os próximos são movidos para frente até que as cargas se movimentem.
Sistema WMS
O sistema WMS (Warehouse Management System) — que, em português, significa sistema de gerenciamento de armazém — é um dos mais conhecidos tipos de armazenagem de estoques para gerenciar os insumos da armazenagem logística.
Ele consiste em automatizar os processos da área de estoques por um software, que permite entender os níveis de reposição de cada estoque, as movimentações efetuadas e o tempo necessário.
Para esse controle, os sistemas mais atualizados do mercado capturam dados através dos códigos de barras dos produtos, transmitidos por dispositivos móveis e redes sem fio. Tais informações são sincronizadas com uma base centralizada, facilitando o processamento em tempo real.
Porta pallets
É fundamental para o melhor aproveitamento do espaço que um armazém tenha sistemas de verticalização eficazes. Para isso, o sistema de porta pallets é de extrema importância.
Esse sistema requer o uso de empilhadeiras, para que as estruturas superiores da armazenagem logística sejam acessadas. Os pallets podem ser alocados inteiros em estruturas de metal, possibilitando a separação das mercadorias em vários níveis diferentes.
Flow rack
O flow rack é uma estrutura que facilita e agiliza a movimentação através do deslizamento, em que as prateleiras são disponibilizadas de maneira inclinada. É geralmente usado para gerenciar logística de itens leves, pequenos e fáceis de transportar.
Com esse tipo de sistema, o tempo requerido para carregar estoques é otimizado, além de facilitar a identificação da reposição dos itens.
Estantes carrossel
Para itens maiores e mais pesados, o recomendado são os sistemas de estantes carrossel, pois a estrutura pode deslizar horizontalmente até a posição em que acontecerá o carregamento.
As estantes reduzem custos ao tornarem desnecessário o uso de máquinas em todos os processos, além de otimizar tempo. Esse é um dos tipos de armazenagem de estoques mais implementados nas indústrias.
Estruturas cantilever
As estruturas cantilever são ideais para a armazenagem logística de grandes cargas, graças à sua estrutura e ótimo nível de resistência. O cantilever tem fácil montagem e desmontagem, pela ausência de soldas e pelo encaixe através de chavetas e treliças. É projetado para cargas com ampla longitude e pesos variados.
Mezaninos e prateleiras
O uso de mezaninos e racks com prateleiras é um dos tipos de armazenagem de estoques ideais para verticalizar o seu complexo, resultando em um maior aproveitamento do local.
Para isso, há algumas possibilidades: instalação em corredores elevados, plataformas de seleção e expedição, e prateleiras em peças pequenas. Com isso, você pode gerenciar a logística com o máximo de eficiência e o mínimo de perdas.
Conheça a Capital Realty
A Capital Realty atua há mais de 24 anos no mercado de infraestrutura logística com alta capacidade técnica de desenvolvimento e gestão de propriedades. Hoje tornou-se uma das maiores referências no mercado de terceirização imobiliária de armazéns logísticos no sul do Brasil.
Os nossos condomínios oferecem infraestrutura completa para proporcionar eficiência e conforto com a elevada qualidade que a sua operação exige. Para conhecer os nossos condomínios logísticos entre em contato.
