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Ergonomia na indústria: aprenda a colocar em prática

Ergonomia na indústria: aprenda a colocar em prática


As boas práticas da ergonomia na indústria são essenciais para assegurar o bem-estar dos colaboradores de uma empresa. Esse conceito diz respeito a um estudo para promover a saúde física, psicológica e emocional dos colaboradores. Por isso, há muito o que aprender sobre o assunto antes de aplicá-la no ambiente de trabalho. 

Os princípios da ergonomia promovem o uso de design inteligente, organização do ambiente e outros elementos para promover a saúde no ambiente de trabalho.

Ao seguir diretrizes estabelecidas por normas, é possível promover a eficiência operacional de uma empresa, preservando a capacidade dos colaboradores e incentivando o seu bem-estar.

Neste artigo, você lerá sobre: 

O que é ergonomia?


A ergonomia visa a criação de normas e adaptação de espaços, móveis e outros elementos para que funcionários de uma empresa se sintam confortáveis emocional, física e psicologicamente. O objetivo da ergonomia é garantir a saúde dos colaboradores ao criar um ambiente de trabalho que considere todas as suas necessidades.


Qual a importância da ergonomia na indústria?


O papel da ergonomia na indústria é promover o bem-estar dos colaboradores, melhorando a sua capacidade produtiva e assegurar que doenças ocupacionais não ocorram.

A implementação de princípios ergonômicos em uma empresa melhora a satisfação dos colaboradores. A preocupação com a saúde, conforto e bem-estar de quem trabalha em uma empresa demonstra a preocupação na criação de um ambiente que promova uma vivência harmônica.

Entre os benefícios da ergonomia na indústria estão:

  • prevenção de acidentes e doenças;
  • aumento da produtividade;
  • melhoria da satisfação;
  • aumento do bem-estar e qualidade de vida.

O que é a NR-17?


A Norma Regulamentadora No. 17, também chamada de NR-17, estabelece as condições relacionadas à ergonomia no ambiente de trabalho de empresas brasileiras.

A NR-17 aborda as condições que devem ser consideradas para que os colaboradores não tenham doenças ocupacionais, ou seja, doenças provocadas pelo trabalho.

Entre os assuntos abordados pelo NR-17 estão:

  • equipamentos: mouses, computadores e outros materiais que devem estar adequados a características antropométricas dos colaboradores de uma empresa para não causar problemas musculares;
  • mobiliário: móveis do ambiente de trabalho, como mesas e cadeiras, devem seguir critérios de design para evitar dores físicas e problemas futuros dos colaboradores;
  • capacitação: a empresa deve fornecer orientações e treinamentos sobre ergonomia para os colaboradores, para orientá-los sobre o uso de equipamentos e práticas recomendadas;
  • organização do trabalho: características que englobam a jornada de trabalho, carga horária e funções que podem causar prejuízos físicos e psicológicos devem ser abordados pela empresa para diminuir riscos aos colaboradores. 

Saiba como colocar a ergonomia em prática 


A ergonomia deve ser colocada em prática para garantir o bem-estar dos colaboradores. Para isso, é necessário seguir os princípios citados na NR-17, criados para estabelecer padrões que preservam todos os aspectos da saúde no ambiente de trabalho.

Aqui estão as etapas para colocar a ergonomia em prática na sua empresa:

  1. avaliação: realize uma avaliação do ambiente de trabalho para entender quais são os possíveis problemas ergonômicos que estão presentes nos espaços frequentados pela equipe;
  2. crie informativos e promova treinamentos: é importante realizar treinamentos e informar os colaboradores da empresa sobre o que é ergonomia, os benefícios dessa prática e seus princípios;
  3. incentive a participação: os colaboradores devem sentir que há abertura para expressar preocupações e problemas na organização. Crie um espaço aberto para ouvir sugestões e identificar problemas ergonômicos;
  4. realize mudanças: garanta a iluminação adequada dos espaços, adquira mobiliários ergonômicos e mantenha a boa ventilação dos ambientes;
  5. promova a organização: realize a distribuição de tarefas adequadamente para não sobrecarregar os colaboradores;
  6. execute otimizações: mesmo com a implementação de mudanças, será necessário realizar otimizações para garantir que não há novas atualizações que precisam ser implementadas.

Ergonomia em empresas de logísticas


Em empresas de logística, a aplicação da ergonomia demonstra-se importante para garantir a saúde dos colaboradores. Ao considerar a natureza física e repetitiva das tarefas, é preciso que empresas garantam a aplicação da ergonomia para evitar lesões e problemas musculares.

Algumas aplicações da ergonomia na logística são:

  • avaliação da eficiência dos processos logísticos implementados; 
  • uso de veículos para transporte com assentos confortáveis e ergonômicos;
  • disponibilização de equipamentos de carga que evitam o estresse muscular;
  • gestão de tempo e implementação de pausas durante o expediente;
  • treinamentos para uso de equipamentos e práticas ergonômicas durante a rotina de trabalho.

Otimize a sua gestão


A implementação de princípios ergonômicos é uma das maneiras de otimizar a gestão de uma empresa. A ergonomia não protege apenas a saúde e bem-estar dos colaboradores, mas também melhora a eficiência dos processos de uma empresa.

Além da ergonomia, há outros assuntos que auxiliam na otimização da logística e produtividade. No blog da Capital Realty, há insights para que você continue explorando novas maneiras de melhorar suas entregas e otimizar a gestão da sua empresa.

 

Tipos de armazenagem: como escolher o melhor para sua empresa?

Tipos de armazenagem: como escolher o melhor para sua empresa?

 

Escolher o modelo mais adequado entre os tipos de armazenagem disponíveis para seu negócio oferece uma melhor gestão do processo logístico. Isso porque a forma como uma empresa estoca sua mercadoria está diretamente relacionada à qualidade final do produto. Afinal, se a estocagem for feita de maneira errada, os produtos podem sofrer alterações na estrutura física e até mesmo estragar.

Além disso, padronizar as rotinas de armazenagem contribui para uma melhor organização dos processos estratégicos e de trabalho, dinamizando as rotinas de produção.

Assim, o armazenamento ideal é um fator crucial para a eficiência logística de uma empresa. A seguir, explicamos melhor quais são os principais tipos de armazenagem e como saber qual o melhor para cada situação. 

Neste artigo, você lerá sobre:

Tipos de armazenagem

Os principais tipos de armazenagem são:

  • própria;
  • terceirizada;
  • contratada.

Cada empresa tem suas próprias necessidades e o tipo de armazenagem de estoque escolhido deve oferecer agilidade e aumentar a produtividade na execução dos processos, para que resultados satisfatórios sejam alcançados, assim como para evitar custos excessivos ou prejuízos. 

Saiba mais sobre o que é armazenagem e os três principais tipos.

1. Armazenagem própria

É considerado um dos mais adaptáveis sistemas de armazenamento do mercado, pois o local pertence à própria empresa. Na armazenagem própria, a empresa é responsável por todo o processo de gestão e operação das atividades no galpão, incluindo:

  • estocagem;
  • distribuição;
  • registros de entrada e saída;
  • contratação de colaboradores;
  • compra de equipamentos;
  • custos fixos, como água e luz.

Na armazenagem própria, a maior vantagem é que possíveis mudanças podem ser feitas de forma mais fácil e a empresa pode controlar tudo mais de perto.

Caso a empresa opte por colocar os próprios colaboradores para comandar o sistema de armazenamento, é ideal que haja um treinamento, pois a tarefa exige conhecimento especializado. 

A localização deve ser bem planejada e não necessariamente o galpão/armazém precisa estar localizado próximo à empresa, mas deve-se pensar em locais estratégicos para contribuir aos processos logísticos. Uma recomendação é escolher um local próximo a rodovias, por exemplo, para facilitar o transporte de chegada e saída de materiais.

2. Armazenagem terceirizada

O sistema de armazenagem terceirizada é a opção mais econômica entre os sistemas de armazenagem, por apresentar uma queda significativa nos custos operacionais. 

Nesse modelo, a gestão e operação das atividades são transferidas para uma empresa terceirizada, que fica responsável por realizar o trabalho de estocagem e distribuição dos produtos. É uma das opções mais atrativas e adotadas por empresas dos mais diferentes ramos por apresentar boas vantagens.

Um dos principais benefícios, além da economia, é que o parceiro terceirizado oferece mão de obra especializada para realizar o trabalho de estocagem, o que garante que o serviço prestado seja de alta qualidade e eficiência. Cada etapa da armazenagem é observada de perto pela equipe para evitar danos, perdas e desperdício de material.

3. Armazenagem contratada

Esse é um dos modelos de estocagem intermediária para quem não dispõe de um espaço próprio para armazenagem. O sistema de armazenamento é uma mistura da própria com a terceirizada. Neste modelo, a empresa aluga o local para colocar seus produtos, mas utiliza os próprios funcionários para comandar todos os processos logísticos.

Dessa forma, a empresa fica responsável pela mão de obra, gestão dos processos e manutenção interna do armazém. A limpeza, segurança das áreas comuns e manutenções na estrutura, como ajustes no telhado, por exemplo, ficam sob a responsabilidade da empresa terceirizada contratada. 

Como determinar a estrutura de armazenagem adequada?

Alguns pontos essenciais devem ser considerados na hora de avaliar qual modelo de armazenagem funciona melhor para as necessidades da sua empresa. 

Por isso, analise bem as informações a seguir para tomar a melhor decisão. 

1. Avalie os custos

Coloque todos os gastos na ponta do lápis antes de escolher o tipo de armazenagem ideal para a sua empresa. Além disso, lembre-se de analisar a situação a médio e longo prazo.

Considere que a decisão envolve diversos custos, como:

  • contratação de mão de obra;
  • aluguel ou aquisição do espaço;
  • treinamentos para colaboradores;
  • aquisição de equipamentos de movimentação.

2. Considere o produto armazenado

Há alguns setores que precisam lidar com processos mais cuidadosos e complexos, como o correto armazenamento de alimentos perecíveis ou medicamentos. Os ambientes precisam ser adaptados e, na maioria das vezes, também necessitam de equipamentos e métodos de movimentação específicos para evitar danos ou prejuízos durante a execução das atividades. 

3. Avalie a amplitude do local

Também considere o espaço e volume que os produtos ocupam. Um negócio de grande porte necessita de locais maiores e mais amplos, o que também facilita a manutenção, limpeza e organização do espaço.

4. Considere a localização

A localização precisa ser estratégica, um local com acesso rápido e fácil às rodovias agiliza as entregas e a distribuição dos produtos. Utilizar estratégias que otimizam a logística do transporte é uma forma de aumentar a produtividade da empresa.

5. Avalie a sustentabilidade do seu negócio

Para quem deseja se tornar um empreendedor sustentável, considerar os impactos negativos do seu negócio no meio ambiente é essencial, incluindo a escolha de armazém.

Para isso, avalie qual o tipo de armazém deve poupar o maior uso de veículos para transporte, diminuindo a emissão de gases poluentes, e se a empresa terceirizada contratada oferece infraestrutura com iniciativas sustentáveis são dicas para iniciar.

6. Examine o layout e a organização do espaço

Opte por sistemas de armazenagem que facilitam a alocação dos materiais, bem como sua retirada. Entre os modelos mais comuns estão: porta-pallets, push back, flow rack, drive-in, drive-thru, dinâmica, carrossel, mezanino, entre outros. 

Continue a leitura para conferir os sistemas de armazenagem mais conhecidos.

Sistemas de armazenagem: quais são os mais conhecidos?

Os sistemas de armazenamento são responsáveis pela estocagem, proteção dos produtos, controle de entrada, saída, distribuição e demandas produtivas. Ou seja, desempenha um papel essencial na produção.

Push Back

No sistema push back, as mercadorias que entraram por último no armazém serão as primeiras a serem entregues, seguindo o método LIFO (last in, first out) — ou, em português, primeiro a entrar, primeiro a sair. 

Esse sistema é muito utilizado para produtos com prazo curto de validade e com muita rotatividade. O modelo para execução requer o uso de carrinhos ou roletes, variando o preço da operação. 

Com a chegada de novos itens no armazenamento, os mais antigos são empurrados para trás. Quando o último palete sai, os próximos são movidos para frente até que as cargas se movimentem. 

Sistema WMS

O sistema WMS (Warehouse Management System) — que, em português, significa sistema de gerenciamento de armazém — é um dos mais conhecidos tipos de armazenagem de estoques para gerenciar os insumos da armazenagem logística. 

Ele consiste em automatizar os processos da área de estoques por um software, que permite entender os níveis de reposição de cada estoque, as movimentações efetuadas e o tempo necessário. 

Para esse controle, os sistemas mais atualizados do mercado capturam dados através dos códigos de barras dos produtos, transmitidos por dispositivos móveis e redes sem fio. Tais informações são sincronizadas com uma base centralizada, facilitando o processamento em tempo real.

Porta pallets

É fundamental para o melhor aproveitamento do espaço que um armazém tenha sistemas de verticalização eficazes. Para isso, o sistema de porta pallets é de extrema importância. 

Esse sistema requer o uso de empilhadeiras, para que as estruturas superiores da armazenagem logística sejam acessadas. Os pallets podem ser alocados inteiros em estruturas de metal, possibilitando a separação das mercadorias em vários níveis diferentes.  

Flow rack

O flow rack é uma estrutura que facilita e agiliza a movimentação através do deslizamento, em que as prateleiras são disponibilizadas de maneira inclinada. É geralmente usado para gerenciar logística de itens leves, pequenos e fáceis de transportar.

Com esse tipo de sistema, o tempo requerido para carregar estoques é otimizado, além de facilitar a identificação da reposição dos itens.

Estantes carrossel

Para itens maiores e mais pesados, o recomendado são os sistemas de estantes carrossel, pois a estrutura pode deslizar horizontalmente até a posição em que acontecerá o carregamento. 

As estantes reduzem custos ao tornarem desnecessário o uso de máquinas em todos os processos, além de otimizar tempo. Esse é um dos tipos de armazenagem de estoques mais implementados nas indústrias.  

Estruturas cantilever

As estruturas cantilever são ideais para a armazenagem logística de grandes cargas, graças à sua estrutura e ótimo nível de resistência. O cantilever tem fácil montagem e desmontagem, pela ausência de soldas e pelo encaixe através de chavetas e treliças. É projetado para cargas com ampla longitude e pesos variados.

Mezaninos e prateleiras

O uso de mezaninos e racks com prateleiras é um dos tipos de armazenagem de estoques ideais para verticalizar o seu complexo, resultando em um maior aproveitamento do local. 

Para isso, há algumas possibilidades: instalação em corredores elevados, plataformas de seleção e expedição, e prateleiras em peças pequenas. Com isso, você pode gerenciar a logística com o máximo de eficiência e o mínimo de perdas.

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A Capital Realty atua há mais de 24 anos no mercado de infraestrutura logística com alta capacidade técnica de desenvolvimento e gestão de propriedades. Hoje tornou-se uma das maiores referências no mercado de terceirização imobiliária de armazéns logísticos no sul do Brasil.

Os nossos condomínios oferecem infraestrutura completa para proporcionar eficiência e conforto com a elevada qualidade que a sua operação exige. Para conhecer os nossos condomínios logísticos entre em contato.

Omnichannel: os impactos das operações em múltiplos canais na logística e no armazenamento

Omnichannel: os impactos das operações em múltiplos canais na logística e no armazenamento

Hoje em dia, a forma como o consumidor se comporta mudou muito. Tudo está no universo on-line e adaptar-se a essa realidade, que nem pode mais ser chamada de nova, é imprescindível para não ficar para trás, pois, os clientes têm se tornado cada vez mais exigentes. Estar inserido nesse universo, oferecendo diversos canais de atendimento, pode te ajudar a aumentar a interação da sua marca com o cliente.

O que é omnichannel?

Oferecer múltiplos canais de vendas para o cliente, tornou-se, hoje em dia, uma estratégia mais que necessária para fazer sua marca, ou e-commerce, crescer cada vez mais. Esses canais podem ser, além do atendimento na loja física, atendimento telefônico, venda pela internet e assim por diante.

Essa mudança e exigência no comportamento do consumidor exige, cada vez mais, uma maior integração entre loja física e atendimento on-line, assim como uma boa experiência de compra. O conceito de omnichannel trata exatamente dessa integração ao constituir todos os pontos de contato da empresa em uma experiência de consumo única.

Quais os benefícios do omnichannel?

Além de toda essa revolução na experiência do cliente, o omnichannel proporciona alguns benefícios às marcas que oferecem esses diversos canais de atendimento. Entre eles, os principais são:

Redução de custos:

Com um bom planejamento e investimento em ferramentas certas, que trazem sua marca e loja física do mundo off-line para o universo on-line, você consegue organizar melhor o estoque. Ao evitar desperdícios ou diminuir estocagem, os custos podem ser  reduzidos de maneira natural.

Acompanha o processo de decisão de compra do cliente

O cliente sempre terá opções, disponibilizados por esses diversos serviços, e não ficará sem o que deseja, pois, você sempre poderá oferecer um canal de vendas mais apropriado para atendê-lo, quando necessário.

Aumento nas vendas

Ao oferecer esses diversos canais de vendas, você terá um maior alcance da sua marca e, consequentemente, seu potencial em vendas e ofertas também irá aumentar.

Como aplicar o omnichannel na logística?

Ao adequar sua marca à estratégia omnichannel, você deve sempre se lembrar de adaptar suas demandas, pois elas, agora, serão outras e você deve focar em questões como prazo de entrega e facilidade para obtenção de um produto.

Algumas outras atitudes também são essenciais para aplicar o omnichannel na logística. Veja a seguir quais são:

Estratégias consistentes

Ao desenvolver estratégias de campanhas de vendas você deve deixar todos os passos muito alinhados. Por exemplo:

  • simplificar a troca de produtos;
  • rastrear os pedidos em cada etapa do envio;
  • precificar os itens em todos os canais, sem variação significativa de valores;
  • encaminhar o item se estiver indisponível no estoque da loja física;
  • gerar ofertas relevantes em todos os meios.

Sincronizar a cadeia de suprimentos

Essa sincronia deve ser, desde o fornecedor da matéria-prima para fabricação até o setor de faturamento e frota, para que as etapas sejam concluídas com sucesso. Motivar a equipe a se adaptar a essa realidade é fundamental para que o omnichannel funcione, alcançando seu propósito: proporcionar uma experiência satisfatória para o consumidor.

Gestão de estoque

A gestão do estoque deve estar bem organizada para automatizar os processos e contribuir com que o gestor tenha uma visão global dos itens armazenados, dos pedidos e preços.

As etapas precisam ser integradas e atualizadas para evitar frustrações e problemas. Esses objetivos são conquistados com a ajuda de um sistema de gestão de armazéns (WMS) que integra e favorece a oferta de grande variedade de opções de produtos no estoque.

Desafios e impactos

Bom, já vimos todos os benefícios e tudo o que o omnichannel pode proporcionar a quem adere a este sistema estratégico de logística, porém, existem também diversos desafios e impactos que ele traz consigo. Veja a seguir:

Mapeamento do itinerário de compra

O novo modelo de negócio modificou a jornada de compra do cliente, conforme suas necessidades, preferências ou conveniência e, que hoje, passa por diversos caminhos. Cabe ao empreendimento mapear o rumo adotado e tentar otimizá-lo com a oferta de diversos canais de relacionamento.

Logística reversa

Trata-se da devolução de produtos por diversos motivos. Sejam defeitos, erros no processamento de pedidos ou qualquer motivo que gere a insatisfação do cliente. Não adianta o transporte ser ágil quando há dificuldades na devolução de mercadorias. Isso gera insatisfação e você pode perder para sempre a confiança do cliente, que busca cada vez mais facilidade.

Gestão de armazenamento

Um bom controle de armazenamento do estoque é bastante eficaz na hora de aplicar o omnichannel. Porém, não é tão simples quanto parece, para ter uma boa gestão de armazenamento será necessário contar com empresas que poderão te auxiliar e oferecer ferramentas tecnológicas, como, por exemplo, o WMS. Desta maneira você terá cada vez mais lucros.

Para isso você pode contar com os nossos armazéns logísticos. Para saber mais entre em contato conosco ou fale com algum de nossos especialistas.

O que é SKU? Conheça o código que facilita a gestão e manutenção do seu estoque

O que é SKU? Conheça o código que facilita a gestão e manutenção do seu estoque

Como você controla os produtos que a sua empresa tem em estoque? A organização e boa gestão de armazenamento facilita o dia a dia da empresa, que vive inúmeros processos logísticos, e dos funcionários, que não precisam perder a cabeça entre inúmeras planilhas, alto volume de dados e operações distintas.

Uma forma eficaz de fazer esse controle é utilizando o SKU, código de identificação muito utilizado no e-commerce para otimizar a gestão e manutenção do estoque. Se você ainda não o conhece, saiba que ele pode trazer inúmeras vantagens para a operação da sua empresa.

Leia também:

Centro de distribuição e logística: 5 dicas para otimizar

Tipos de armazenagem: como escolher o melhor para a sua empresa?

O que é SKU e para que serve?

SKU é um código único de identificação atribuído a um produto, facilitando na armazenagem e gestão de controle do estoque. 

Ele é usado para classificar e organizar os produtos de acordo com suas características, como modelo, cor, formato, dimensões e fabricante, por exemplo. 

Cada tipo de mercadoria tem o seu próprio SKU, que é formado por uma sequência de números e letras diferentes, conforme o tipo do produto.

Ou seja, se sua empresa atua no ramo de bebidas e tem 50 SKUs diferentes, significa que ela lida com 50 tipos de bebidas que se diferenciam em suas características. Qualquer variação no produto requer um SKU diferente.

 

Empresas que trabalham com uma grande variedade de produtos costumam ter muitos problemas de logística, caso não adotem um sistema de gestão como esse. 

 

No e-commerce, essa gestão pode ser ainda mais dificultada, considerando que é preciso identificar e gerenciar rapidamente o fluxo logístico dos produtos para serem encaminhados ao consumidor no prazo pré-estabelecido.

 

Stock Keeping Unit: tradução

SKU é uma sigla que significa Stock Keeping Unit — Unidade de Manutenção de Estoque, em Português. Fazendo uma comparação clara, é como se cada mercadoria da loja física ou e-commerce tivesse um RG/CPF para identificação do produto.

 

Como saber o SKU de um produto?

 

A identificação de um código SKU pode ser feita por qualquer pessoa, sem precisar de uma máquina, como é o caso do código de barras, por exemplo. Ele apresenta um número de série e letras/codificações que fazem referências às características do produto. 

 

Uma lata de Coca-Cola de 350 ml, por exemplo, poderia ter como SKU o código CC-LAT-350, destacando as suas características: marca, material do produto e tamanho. Então se a loja tem 100 latas desse tipo de Coca-Cola em estoque, ela terá como referência um único SKU.

 

Em produtos de mercearia e supermercados, por exemplo, o SKU está contido no próprio código de barras. 

 

Diferença de SKU e código de barras

SKU não é código de barras. Por isso, não deve ser confundido. Os códigos SKU são criados internamente pelo lojista para organizar seu estoque, sendo único para cada empresa. Quando bem formulado, pode ser lido por qualquer pessoa. Já os códigos de barras são criados por um sistema, podendo ser lido somente por um leitor eletrônico.

 

Os SKUs são extensíveis e alfanuméricos. Se as características do produto mudam, eles podem crescer ou sofrer adaptações em letras e números. Enquanto isso, os códigos de barra são formados apenas por números e sempre com a mesma quantidade de 12 dígitos.

 

Benefícios do SKU

Ao utilizar o SKU no processo de gestão de armazenamento, uma das maiores vantagens será na localização dos produtos, que se dará de maneira mais rápida. Mas há outros benefícios que precisam ser destacados:

 

1. Maior organização

Classifica e organiza o estoque de forma eficiente, destacando as características de cada produto. Isso permite o armazenamento de maneira mais organizada, considerando a forma de acesso, localização, espaço e prateleiras utilizadas, por exemplo.

 

2. Produtividade

A execução do trabalho de estoque passa a ser mais eficiente e, consequentemente, mais produtiva, evitando possíveis falhas.

 

3. Controle de estoque

Fica mais fácil de acompanhar as entradas e saídas dos produtos, permitindo agilidade e assertividade nas reposições. 

 

4. Simplifica a comunicação

Quando se utiliza o SKU na empresa, a comunicação entre os funcionários sobre determinado produto fica mais simplificada, sendo necessário destacar apenas o código, em vez de descrever as características.

 

5. Agilidade na localização

Com a codificação correta, fica mais fácil localizar o produto para ser enviado para expedição. 

 

Como criar SKU para um produto?

Veja dicas importantes para conseguir criar um bom SKU para os seus produtos.

 

Considere as informações mais importantes

Crie códigos contendo apenas as características mais importantes para identificação do produto. Comece por códigos curtos, incluindo iniciais do nome do fabricante, modelo, tamanho, cor. Isso facilitará a gestão.

 

Siga uma sequência lógica

Para ser fácil de identificar, a sequência precisa ser criada de maneira lógica. Por isso, estabeleça um padrão que deve ser adotado para todas as mercadorias. Exemplo: CC-LAT-350-VER.

 

CC: Marca do refrigerante

LAT: Material

350: Tamanho

VER: Cor

 

Crie um código para cada produto

Cada produto que sofrer variação precisa ter um código diferente, considerando as características citadas acima. Para o mesmo refrigerante do item anterior, você pode variar o código de acordo com o tamanho:

 

CC-LAT-250-VER

CC: Marca do refrigerante

LAT: Material

250: Tamanho

VER: Cor

 

Por que o SKU é importante para a logística?

O SKU aprimora a gestão da logística da empresa, por isso a sua importância. Com ele, o estoque será organizado em perfeita ordem, facilitando sua localização, armazenamento, comunicação entre os funcionários e reposição de mercadoria, sem riscos de falhas e evitando desperdícios.  

Otimize a operação com o galpão logístico ideal para sua empresa

Processos logísticos: 7 dicas de ouro para otimizá-los

Processos logísticos: 7 dicas de ouro para otimizá-los

Atualmente a logística desempenha um papel estratégico e essencial para qualquer organização. Quando falamos deste setor, não nos referimos apenas ao transporte de produtos, mas a toda a gestão da cadeia produtiva de uma empresa. Nas indústrias é função da logística gerenciar estrategicamente a aquisição, o armazenamento, o manuseio e a distribuição de materiais.

Além disso, a área é responsável pelo controle de estoques, fluxo de informações, processamento de pedidos, análise de resultados e pela linha de produção como um todo. O aumento da competitividade, a melhoria dos seus processos e o aumento na sua produtividade são tarefas a serem desenvolvidas e que não podem ser negligenciadas.

Portanto, investir em uma boa gestão logística resulta em uma maior eficiência e, consequentemente, aumenta a satisfação do cliente.

Confira abaixo 7 dicas para otimizar os processos logísticos da sua empresa!

1. Quantifique os objetivos

Os objetivos são as metas estipuladas para determinar o que você, enquanto empresa, deseja alcançar. É dessa forma que você poderá determinar se uma solução é mais vantajosa que outra, pois a melhor opção será aquela que permitirá o alcance dos objetivos definidos.

Por exemplo, uma transportadora pode determinar como objetivo a redução da soma do custo fixo diário dos ativos, os gastos com combustível, a manutenção e o custo da mão de obra por hora. Esses custos devem ser quantificados e calculados minuciosamente para evitar imprevistos e dados calculados de maneira errada.

2. Garanta que os dados sejam fielmente representados

Os dados precisam ser convertidos em uma linguagem compreensível, pois serão lidos pelo computador através de algoritmos. Por exemplo: precisamos de dados para representar como a carga é transportada em termos de peso e volume. Estes números devem ser quantificados fielmente.

Se usarmos dados divergentes no planejamento feito no computador, ou mesmo se utilizarmos modelos de carros de transporte divergentes do esperado, os dados não serão exatos e isso pode prejudicar o transporte da carga. O planejamento pode quantificar dados como peso e volume pensando em um carro X, e na hora do abastecimento do veículo o gestor perceber que ele não será suficiente para levar a carga completa.

Portanto, se nestes casos o planejamento não for fielmente adequado ao que será colocado em prática, o transporte pode se tornar inviável, prejudicando o cliente que contratou o serviço.

3. Considere as variações das condições de transporte

A variabilidade ocorre em quase todos os processos de cadeia de abastecimento e logística. Por exemplo: o tempo de viagem varia dependendo da distância, o número de itens a serem retirados difere de cliente para cliente e o tempo para carregar um caminhão varia de acordo com os modelos do veículo.

Alguns gestores podem não planejar o transporte da carga de maneira adequada com a otimização da cadeia de suprimentos e logística. Assim, ele pode supor que não há variabilidade ou que o uso de valores padrão pode funcionar. Isso geralmente leva a erros nos resultados e a tomada de decisões que não sejam vantajosas sobre a cadeia de suprimentos e a logística.

Por isso, ignorar a variabilidade é geralmente um caminho para a falha. A variabilidade deve ser considerada ainda na fase de planejamento, visando evitar adversidades durante o restante do processo.

4. Calcule dados precisos

Dados são o que impulsionam a otimização da cadeia de suprimentos e logística. Se os dados não forem precisos e não houver tempo de incluí-los na otimização, os resultados das soluções serão comprometidos. Para a otimização que se concentra na execução, os dados também devem ser abrangentes. Por exemplo, saber o peso de cada remessa pode não ser suficiente se algumas cargas forem limitadas pelo volume do caminhão.

5. Automatize a transferência de dados

A integração é importante devido à grande quantidade de dados que devem ser considerados pela otimização logística. Por exemplo, a otimização das entregas de um armazém para lojas diariamente requer dados sobre os pedidos, clientes, caminhões, motoristas e rotas.

Se você optar por inserir manualmente cada um destes dados, o tempo será comprometido porque não há como acelerar este processo. Assim, fazer uso da tecnologia para mensurar dados é algo que não pode ficar de fora da gestão logística.

6. Foque na gestão, no controle e na execução dos processos

Soluções fornecidas pela cadeia de suprimentos e modelos de otimização de logística podem não oferecer bons resultados, a menos que os profissionais responsáveis possam executar o plano otimizado e os gestores possam ter certeza de que o ROI esperado pela empresa está sendo alcançado.

As instruções devem ser simples e inequívocas para que possam ser facilmente compreendidas e executadas pela equipe. Para uma boa gestão é preciso mais informações agregadas sobre os planos e sobre o seu desempenho ao longo do tempo. Baseadas nas facilidades que a internet oferece, as interfaces estão se tornando um meio muito procurado para gerenciamento e execução.

7. Aposte nos algoritmos como solução dos problemas

Um dos maiores diferenciais entre a otimização da cadeia de suprimentos e a logística são os algoritmos. Um fato irrefutável a respeito da cadeia de suprimentos e os problemas logísticos é que cada um tem algumas características especiais que devem ser exploradas pelos algoritmos de otimização para fornecer soluções aperfeiçoadas em um tempo razoável.

Portanto, é fundamental que esta estrutura especial seja reconhecida e compreendida pelo analista, configurando um sistema de otimização, e que os algoritmos sejam usados com flexibilidade para permitir que sejam “sintonizados”, visando aproveitar as vantagens desta estrutura especial.

Dessa forma, será possível utilizar este recurso tecnológico para combinar diversos dados relacionados aos processos logísticos. Sendo assim, além de agilizar todo o gerenciamento dos dados, o funcionamento da empresa não fica comprometido.

Leia mais: Tecnologia na logística: saiba como utilizar a seu favor

Gestão de riscos logísticos: o que é e qual sua importância?

Gestão de riscos logísticos: o que é e qual sua importância?

Existem muitas situações que podem causar interrupções na cadeia de abastecimento. Condições meteorológicas graves, desastres naturais, disputas trabalhistas e até mesmo dificuldades financeiras podem causar atrasos no transporte da carga. Esses são alguns dos riscos com os quais os líderes da cadeia de suprimentos devem lidar todos os anos. Além disso, eles têm a tarefa de encontrar maneiras criativas para resolver estes problemas conforme vão surgindo.

Para ficar à frente dessas possíveis interrupções de serviço, muitos profissionais utilizam um sistema de gerenciamento de riscos da cadeia de suprimentos. Essa ferramenta eficaz permite que as partes interessadas e os gerentes reconheçam ameaças, determinem um curso de ação corretivo ou protetor, e estabeleçam as etapas necessárias para reduzir os atrasos na área.

O moderno sistema de gerenciamento de riscos da cadeia de suprimentos vai muito além de um simples software. Ele é repleto de soluções personalizadas oferecidas por 3PL profissionais, que analisam todas as ameaças em potencial e criam soluções para enfrentá-las de maneira direta.

A seguir vamos explorar a importância de um sistema de gestão de riscos da cadeia de abastecimento e por que é crucial fazer parceria com o 3PL certo para ajudá-lo neste processo.

O que é um 3PL?

Você pode até não conhecer o termo, mas se a sua empresa é do ramo da logística, então com certeza você já viu na prática a sua atuação. O 3 PL é uma sigla que significa Third-party Logistics, que em português quer dizer Terceira Parte Logística. Ela se refere à terceirização dos processos logísticos e por isso trata de 5 dispositivos utilizados na área: 1PL, 2PL, 3PL, 4PL e 5PL.

Entre estes níveis existem os provedores logísticos, que são empresas terceirizadas contratadas para ficarem responsáveis pelas demandas da operação. O seu uso é ideal para empresas que produzem em grande escala e com armazenamento para distribuição.

O que é gerenciamento de riscos da cadeia de suprimentos?

A expansão da terceirização ou das soluções da cadeia de suprimentos traz vários riscos, alguns sendo previsíveis e outros nem tanto. Se uma empresa deseja se manter à frente das ameaças potenciais ao seu modo normal de operação, a integração de uma solução de gerenciamento de riscos é um primeiro passo crucial.

A gestão de riscos é um processo executado por empresas de logística terceirizadas. Idealmente, seu 3PL o ajudará a descobrir áreas de fraqueza, pontos fortes e criar avaliações de risco de cada fase da operação da sua cadeia de abastecimento. A partir daí, o programa é ainda mais ajustado para operar da maneira mais eficiente.

Ter um 3PL profissional supervisionando o processo de gestão de riscos pode beneficiar muito uma empresa de várias maneiras, incluindo:

  • – Verificar se o desenvolvimento, produção, cumprimento e entrega final do produto estão funcionando com eficiência máxima;
  • – Reduzindo o potencial de perda de lucro, descobrindo os riscos antecipadamente;
  • – Responder rapidamente a situações ou eventos inesperados com base no planejamento e execução;
  • – Fornecendo salvaguardas para proteger a reputação da sua marca;
  • – Melhorar o suporte e a satisfação do cliente;
  • – Ficar à frente das questões regulatórias;
  • – Garantir que sua empresa de cadeia de suprimentos invista em soluções de tecnologia que façam sentido.

Além disso, é possível realizar a criação de um plano para lidar com desafios inesperados, com redução de atrasos ou despesas.

Benefícios do gerenciamento de riscos da cadeia de suprimentos

Qualquer cadeia de suprimentos que investe em um sistema de gerenciamento de riscos pode se beneficiar de várias maneiras. Além da capacidade de reconhecer ameaças, criar planos para lidar com elas e estabelecer etapas para resolver conflitos, um sistema de gerenciamento de riscos da cadeia de suprimentos oferece à empresa vários benefícios auxiliares. Observe:

1. Cria um sistema de melhores práticas

As melhores práticas em qualquer setor são criadas para estabelecer uma série de controles ou procedimentos para garantir a qualidade, reduzir erros ou manter a conformidade com os regulamentos. Em sua essência, este é o objetivo principal de um bom sistema de gestão de riscos.

Quando um profissional 3PL começa a auditoria de gerenciamento de riscos, ele descobre áreas de força, fraqueza, desperdício e estrutura organizacional. Uma vez que os riscos são descobertos, eles são capazes de criar as melhores práticas para o gerenciamento da cadeia de suprimentos, mitigando esses obstáculos.

2. Melhora a comunicação

Vários riscos podem ser resolvidos por meio de melhorias na comunicação. O gerenciamento da cadeia de suprimentos depende de uma comunicação contínua, para garantir que todas as partes estejam cientes das mudanças, atrasos ou interrupções imprevistas do serviço.

O sistema de gerenciamento de riscos da cadeia de suprimentos oferece às partes interessadas as ferramentas de comunicação certas, seja baseado em nuvem, texto SMS, e-mail ou alertas de desktop, ou em soluções de rastreamento atualizadas para melhor visibilidade, transparência e gerenciamento da cadeia de suprimentos.

3. Responda mais rápido e mantenha as operações

Quando ocorre um desastre natural, aqueles com um plano em vigor para lidar com o inesperado são os que respondem rapidamente e mantêm a operação do negócio. Seus clientes, fornecedores, distribuidores e varejistas dependem de suas mercadorias entregues rapidamente e sem atrasos. Embora a maioria das pessoas compreenda que acidentes ou desastres naturais podem acontecer, aqueles que estão à frente do jogo são os que provavelmente terão sucesso quando os outros falharem.

Uma empresa que entende suas ameaças e tem um plano para eclipsar esses riscos é aquela que tem sucesso nos negócios. A cadeia de abastecimento está repleta de obstáculos, desde o clima até problemas causados por ela mesma. Investir em um sistema de gerenciamento de riscos da cadeia de suprimentos realizado por um especialista 3PL faz todo sentido para os negócios.

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