Contato Comercial
+ 55 41 9168-3943
Galpão logístico para alugar: 5 vantagens para o seu negócio

Galpão logístico para alugar: 5 vantagens para o seu negócio

O galpão logístico deixou de ser apenas um espaço para armazenagem e passou a exercer um papel estratégico na eficiência das operações. A localização, a infraestrutura e as características do imóvel influenciam diretamente fatores como custos logísticos, produtividade, tempo de entrega e capacidade de expansão das empresas.

Esse cenário se reflete no mercado. Em 2025, a demanda por galpões logísticos atingiu um recorde de 3,5 milhões de m² de absorção líquida, enquanto a taxa de vacância caiu para 5,62% no primeiro trimestre de 2026, indicando uma oferta cada vez mais disputada nos empreendimentos de melhor padrão.

Esse movimento demonstra que empresas de diferentes segmentos estão priorizando estruturas capazes de acompanhar o crescimento de suas operações e oferecer ganhos reais de eficiência.

Por isso, escolher o galpão logístico ideal exige avaliar muito mais do que a metragem disponível. Aspectos como infraestrutura, localização, padrão construtivo e flexibilidade operacional podem impactar diretamente os resultados do negócio.

Neste conteúdo, você entenderá:

O que é um galpão logístico?

Um galpão logístico é um imóvel projetado para armazenar, movimentar e distribuir mercadorias de forma eficiente. Ele faz parte da infraestrutura logística de empresas que precisam organizar estoques, agilizar o fluxo de produtos e apoiar operações de transporte e distribuição.

Esse tipo de empreendimento é utilizado por indústrias, operadores logísticos, distribuidores, atacadistas e empresas de e-commerce, entre outros segmentos que dependem de armazenagem e movimentação de cargas.

Diferentemente de um galpão convencional, um galpão logístico é desenvolvido para atender às necessidades da operação, oferecendo uma estrutura que favorece produtividade, segurança e eficiência ao longo de toda a cadeia de suprimentos.

Além da armazenagem, esses empreendimentos contribuem para otimizar a distribuição, reduzir custos logísticos e aumentar a competitividade das empresas.

Quais são os principais tipos de galpão logístico?

Os tipos de galpão logístico variam conforme a estrutura, a finalidade e as necessidades de cada operação. Cada tipo atende necessidades específicas de armazenagem, distribuição ou apoio à produção. 

Entre os principais modelos estão:

  • Galpão piramidal: possui montagem simples e é indicado para operações de menor porte ou como estrutura temporária de armazenagem.
  • Galpão de lona: é uma estrutura versátil utilizada para cobrir grandes áreas, sendo comum no armazenamento de produtos agrícolas e mercadorias não perecíveis.
  • Galpão pré-moldado: construído com estruturas pré-fabricadas, oferece rapidez na instalação e amplos espaços para armazenagem.
  • Galpão em arco: destaca-se pelo formato que facilita o escoamento da água da chuva e contribui para melhores condições térmicas e acústicas.
  • Galpão em shed: possui cobertura em formato escalonado, permitindo maior entrada de luz natural e ventilação no ambiente interno.

O que caracteriza um galpão logístico de alto padrão?

Um galpão logístico de alto padrão é projetado para oferecer máxima eficiência, segurança e desempenho operacional. Esse tipo de empreendimento reúne características construtivas que favorecem a armazenagem, a movimentação de cargas e a produtividade da operação.

Entre os principais diferenciais estão:

  • Pé-direito elevado: amplia a capacidade de armazenagem vertical e otimiza o aproveitamento do espaço.
  • Piso de alta resistência: suporta cargas pesadas, empilhadeiras e tráfego intenso com segurança.
  • Docas e pátio de manobras: agilizam os processos de carga, descarga e circulação de veículos.
  • Iluminação e ventilação natural: contribuem para reduzir o consumo de energia e melhorar as condições de trabalho.
  • Infraestrutura moderna: inclui itens como sistemas de segurança, combate a incêndio, áreas administrativas e espaços de apoio à operação.

Empreendimentos que reúnem essas características costumam ser classificados pelo mercado como galpões logísticos Triple A (AAA), um padrão reconhecido pela alta qualidade construtiva e pela capacidade de atender operações logísticas mais complexas. Essas características tornam o imóvel mais preparado para operações de grande porte e alto desempenho. .

Como escolher o melhor galpão logístico?

Escolher o melhor galpão logístico exige avaliar se o imóvel atende às necessidades atuais e futuras da operação. Uma decisão bem planejada contribui para aumentar a eficiência logística, reduzir custos e facilitar o crescimento da empresa.

Antes de fechar a locação, avalie principalmente:

  • Localização estratégica: priorize imóveis com fácil acesso a rodovias, portos, aeroportos e centros consumidores.
  • Capacidade de armazenagem: verifique se a área disponível comporta o volume de mercadorias e permite uma circulação eficiente.
  • Infraestrutura: considere a disponibilidade de docas, pátio de manobras, estacionamento, áreas administrativas e espaços de apoio.
  • Tecnologia e segurança: dê preferência a empreendimentos preparados para operações modernas, com sistemas de monitoramento, controle de acesso e combate a incêndio.
  • Qualidade do piso: certifique-se de que o piso suporta o peso das cargas e dos equipamentos utilizados na operação.

Quanto mais alinhadas essas características estiverem às demandas do negócio, maior será a eficiência operacional e a capacidade de adaptação da empresa ao longo do tempo. Avaliar esses critérios antes da contratação reduz riscos e ajuda a escolher um imóvel compatível com os objetivos da empresa.

Vale mais a pena alugar ou construir um galpão logístico?

A resposta depende dos objetivos e das necessidades da empresa. De forma geral, alugar um galpão logístico é a melhor opção para operações que buscam rapidez, flexibilidade e menor investimento inicial, enquanto construir costuma ser mais indicado para projetos de longo prazo que exigem um imóvel desenvolvido sob medida.

Na hora de decidir, considere principalmente:

  • Prazo de implantação: a locação permite iniciar a operação mais rapidamente.
  • Capital disponível: alugar reduz a necessidade de um alto investimento inicial.
  • Flexibilidade: empresas em expansão ou com demanda variável costumam se beneficiar mais da locação.
  • Necessidades da operação: quando o negócio exige um layout muito específico, a construção pode ser mais adequada.
  • Planejamento de longo prazo: operações estáveis e permanentes podem justificar o investimento em um imóvel próprio.

Para a maioria das empresas, especialmente aquelas que precisam crescer com agilidade e preservar recursos financeiros, alugar um galpão logístico tende a ser a alternativa mais estratégica.

Quais são as vantagens de alugar um galpão logístico?

Alugar um galpão logístico permite que empresas iniciem ou ampliem suas operações com mais agilidade, menor investimento inicial e acesso a uma infraestrutura preparada para atender diferentes demandas. Entre os principais benefícios estão:

1. Menor investimento inicial

Ao optar pela locação, a empresa evita os custos de aquisição de terreno, construção e implantação do imóvel. Isso permite preservar capital para investir em áreas estratégicas, como expansão, tecnologia e operação.

2. Maior agilidade para iniciar a operação

Um galpão logístico para alugar já está pronto para uso, reduzindo significativamente o tempo necessário para colocar a operação em funcionamento e acelerar a distribuição de mercadorias.

3. Flexibilidade para acompanhar o crescimento da empresa

A locação facilita mudanças de endereço, ampliação da área ocupada ou adequação do espaço conforme a evolução do negócio, oferecendo mais segurança para empresas em expansão.

4. Infraestrutura pronta para a operação

Condomínios logísticos costumam oferecer recursos como docas, portaria, estacionamento, áreas administrativas, segurança e espaços de apoio, proporcionando mais eficiência desde o início das atividades.

5. Custos operacionais mais previsíveis

Como parte da manutenção e da infraestrutura é administrada pelo empreendimento, a empresa ganha maior previsibilidade de custos e pode planejar melhor seu orçamento operacional.

Como a localização influencia a eficiência logística?

A localização do galpão logístico é um dos fatores que mais impactam a eficiência da operação. Um imóvel situado próximo a rodovias, portos, aeroportos e centros consumidores reduz o tempo de deslocamento, otimiza as rotas e contribui para diminuir os custos de transporte.

Entre os principais benefícios de uma localização estratégica estão:

  • Redução dos custos operacionais: trajetos mais curtos resultam em menor consumo de combustível, menos desgaste da frota e maior eficiência nas entregas.
  • Mais agilidade nas operações: o acesso facilitado às principais vias acelera os processos de distribuição e abastecimento.
  • Maior previsibilidade logística: rotas mais eficientes tornam o planejamento de transporte e o cumprimento de prazos mais confiáveis.
  • Reposição de estoques mais rápida: a proximidade de fornecedores e clientes permite aumentar a frequência de abastecimento e reduzir a necessidade de grandes estoques.
  • Mais competitividade: operações logísticas mais rápidas e eficientes contribuem para melhorar o nível de serviço e atender com mais agilidade às demandas do mercado.

 

Como a Capital Realty ajuda sua operação?

Escolher um galpão logístico é uma decisão que impacta diretamente a eficiência da operação, os custos logísticos e a capacidade de crescimento da empresa. Por isso, contar com um parceiro especializado faz toda a diferença para encontrar uma estrutura alinhada às necessidades do seu negócio.

Há mais de 25 anos, a Capital Realty desenvolve e administra condomínios logísticos de alto padrão, oferecendo empreendimentos com localização estratégica, infraestrutura moderna e soluções pensadas para proporcionar mais eficiência, segurança e flexibilidade operacional.

Quer encontrar o galpão logístico ideal para a sua empresa? Conheça os condomínios logísticos da Capital Realty e descubra como uma infraestrutura de alto padrão pode contribuir para reduzir custos, otimizar sua operação e apoiar o crescimento do seu negócio.

Conheça as soluções da Capital Realty e encontre o espaço ideal para a sua operação.

Perguntas Frequentes

Qual a diferença entre um galpão logístico e um centro de distribuição?

O galpão logístico é a estrutura física. O centro de distribuição (CD) é a operação realizada nesse espaço.

Qual é o tamanho ideal de um galpão logístico?

Depende do volume, movimentação e crescimento da empresa. Avalie também pé-direito, docas e expansão.

Quem pode alugar um galpão logístico?

Indústrias, operadores logísticos, distribuidores, e-commerces, varejistas e outros negócios.

O que avaliar antes de alugar um galpão logístico?

Localização, infraestrutura, capacidade, piso, segurança e acesso às rodovias.

O que significa um galpão logístico Triple A (AAA)?

É um galpão de alto padrão, com estrutura e tecnologia superiores para operações complexas.

Logística Reversa: o que é, como funciona e como aplicar na sua empresa

Logística Reversa: o que é, como funciona e como aplicar na sua empresa

A logística reversa tem ganhado espaço nas discussões estratégicas das empresas que buscam eficiência operacional, responsabilidade ambiental e uma relação mais transparente com o consumidor, tornando-se um diferencial competitivo importante.

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), mais de 75% dos consumidores esperam que as marcas tenham políticas claras de descarte e reaproveitamento de produtos. 

Essa mudança de comportamento pressiona o setor logístico a se adaptar, criando processos mais estruturados e eficientes para lidar com o fluxo de retorno.

Entenda por que a logística reversa é essencial para o seu negócio e como colocá-la em prática com consistência lendo mais sobre:

O que é logística reversa? 

Logística reversa é o processo de organizar o retorno de produtos, materiais ou resíduos do consumidor de volta para a empresa, para reaproveitamento, reciclagem ou descarte correto.

Ela atua no sentido oposto ao da logística tradicional. Em vez de levar o produto até o cliente, a logística reversa cuida do que acontece depois da compra, quando há devoluções, trocas ou quando o item chega ao fim da sua vida útil.

Esse processo envolve etapas como: 

  • coleta;
  • transporte;
  • triagem;
  • destinação final; 
  • conserto;
  • reuso;
  • revenda;
  • descarte ambientalmente adequado.

Além de reduzir impactos ambientais, a logística reversa ajuda a economizar recursos, atender à legislação e melhorar a imagem da marca.

Como funciona o processo de logística reversa? 

O funcionamento da logística reversa depende de uma estrutura planejada para lidar com diferentes tipos de retorno, seja no pós-venda ou no pós-consumo. 

Isso exige que a empresa defina fluxos específicos, desde a coleta do item até sua destinação final.

Na prática, o processo pode começar com a devolução feita pelo cliente em um ponto de coleta, loja ou via transportadora. 

Em seguida, os produtos são encaminhados para triagem, onde são avaliados quanto ao estado de uso e à possibilidade de reaproveitamento.

A partir daí, cada item segue um caminho definido: pode ser recuperado, reciclado, desmontado ou descartado de forma segura. 

Esse fluxo é monitorado por áreas como logística, atendimento, estoque e financeiro, garantindo rastreabilidade e controle em todas as etapas.

A padronização desse processo, alinhada à legislação e às metas da empresa, é o que torna a operação eficiente e viável.

Exemplos de lógistica reversa

A logística reversa pode ser aplicada de diferentes formas, dependendo do tipo de produto, setor e volume de retorno. Veja alguns exemplos comuns que mostram como essa prática funciona na rotina de empresas:

Varejo e comércio eletrônico

Empresas que vendem online precisam lidar com devoluções por arrependimento, troca de tamanho ou defeitos.

Muitas adotam políticas automatizadas de retorno com etiquetas pré-pagas e pontos de coleta parceiros. Esses produtos retornam ao centro de distribuição, onde são avaliados para reembolso, troca ou recondicionamento.

Indústria de eletrônicos

Fabricantes e revendas de eletrônicos criam canais de coleta para celulares, baterias e computadores fora de uso. Após o recolhimento, os equipamentos passam por triagem. 

Componentes reaproveitáveis são reutilizados e os demais seguem para reciclagem especializada. Algumas marcas também oferecem descontos na compra de novos produtos em troca da devolução dos antigos.

Setor alimentício e embalagens

Empresas de bebidas, por exemplo, aplicam logística reversa com garrafas retornáveis. 

Já supermercados e indústrias utilizam sistemas de recolhimento de embalagens e resíduos sólidos pós-consumo, seja em loja física ou por meio de programas municipais.

Farmacêutico

Farmácias e redes de distribuição recolhem medicamentos vencidos ou em desuso por meio de caixas de descarte apropriadas. 

Os resíduos são encaminhados para incineração em condições controladas, conforme regulamentação da Anvisa, contribuindo para a redução de riscos ambientais e à saúde.

Como fazer logística reversa na sua empresa? 

Estruturar um processo de logística reversa eficiente pode gerar economia, fortalecer a imagem da marca e abrir novas oportunidades dentro da cadeia logística. 

A seguir, veja cinco passos essenciais para aplicar essa prática de forma estratégica na sua operação.

1. Crie uma política clara de devolução e descarte

Ter uma política bem definida é o ponto de partida para que todas as partes envolvidas saibam como agir. 

Essa política deve indicar com precisão os critérios para retorno de produtos, os canais disponíveis, a responsabilidade de cada área e os procedimentos internos para registro e acompanhamento. 

A formalização dessas regras reduz incertezas e padroniza o atendimento em diferentes situações.

2. Mapeie os produtos e materiais que geram retorno

Cada tipo de operação tem suas próprias demandas de logística reversa. Por isso, é importante identificar quais itens retornam com mais frequência, quais exigem tratamento especial e quais oferecem potencial de reaproveitamento ou reciclagem. 

Esse diagnóstico permite priorizar fluxos, antecipar necessidades operacionais e ajustar os processos de acordo com os impactos gerados.

3. Estruture o fluxo reverso, da coleta à destinação

Planeje o caminho completo que o produto percorrerá após o retorno: pontos de coleta, transporte, triagem, armazenamento e destinação final. 

Avalie parcerias com operadores logísticos, cooperativas ou iniciativas públicas para ampliar a capilaridade e reduzir custos. 

Um processo bem definido garante eficiência e conformidade com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010).

4. Estabeleça metas e indicadores de desempenho

Defina objetivos claros para o programa de logística reversa, como volume de itens reaproveitados, percentual de resíduos reciclados ou redução de custos com descarte. Use indicadores para acompanhar resultados, ajustar processos e demonstrar compromisso com a sustentabilidade e a eficiência.

5. Engaje equipes e use tecnologia para controle e melhoria

Capacite colaboradores e parceiros envolvidos em cada etapa do processo. Implemente sistemas de gestão para rastrear o fluxo reverso, integrar dados e gerar relatórios em tempo real. 

A tecnologia é essencial para garantir transparência, agilidade e evolução contínua.

Conte com as soluções da Capital Realty

Implementar a logística reversa com eficiência é uma decisão estratégica que contribui para o controle de custos, a conformidade ambiental e a percepção positiva da marca. Para garantir que esse processo funcione de forma estruturada e escalável, é fundamental contar com uma base operacional sólida.

Com 25 anos de experiência no setor, a Capital Realty é referência em infraestrutura logística, oferecendo mais de 500 mil m² de área construída em condomínios de padrão A. 

Atuamos nos três estados da Região Sul e em São Paulo, com empreendimentos desenvolvidos para atender operações exigentes e em constante evolução.

Nossa equipe é formada por especialistas com ampla experiência em engenharia e gestão imobiliária, prontos para entregar soluções sob medida e apoiar a performance logística da sua empresa.

Fale com a Capital Realty e descubra como podemos contribuir para tornar sua operação mais eficiente.

Planejamento de Distribuição Logística (DRP): entenda como funciona

Planejamento de Distribuição Logística (DRP): entenda como funciona


Para que uma empresa mantenha sua vantagem competitiva no mercado, é crucial que sua cadeia de suprimentos seja gerida com eficiência. Neste sentido, o Planejamento de Requerimentos de Distribuição (DRP) é destaque como uma estratégia eficaz, garantindo a disponibilidade oportuna de produtos e atendendo às demandas dos clientes de forma eficiente.

A seguir, exploramos os detalhes sobre essa estratégia de negócio. No artigo, você lerá sobre:


O que é DRP?


A sigla DRP significa Distribution Requirements Planning — em inglês —, sendo traduzida como Planejamento dos Requerimentos de Distribuição. Essa metodologia consiste no fornecimento de produtos do centro de distribuição para as empresas conforme a demanda.

Muito utilizada no setor de varejo e na indústria, essa técnica envolve analisar as necessidades de distribuição e a capacidade de armazenamento e transporte, garantindo assim uma cadeia de suprimentos fluida e eficaz.

O DRP é essencial para regular a reserva de produtos em uma loja, fazendo com que não sejam desperdiçados ou não estejam à disposição quando solicitados pelos clientes.


Qual é a função do DRP?


A função principal do DRP é garantir que a demanda dos clientes seja atendida de forma eficiente, evitando tanto a falta quanto o excesso de estoque. 

Esse modelo é realizado através da análise e planejamento das necessidades de distribuição de mercadoria, considerando fatores como a procura de itens, capacidade de armazenamento, de transporte e prazos de entrega.


Quais os benefícios do DRP?


O DRP desempenha um papel fundamental para que a gestão da cadeia de suprimentos seja adequada, fluida e eficaz. Alguns dos benefícios desta estratégia incluem:


  • atendimento eficiente: assegura que os produtos certos estejam disponíveis, reduzindo o risco de escassez no momento da compra;
  • redução de custos: minimiza os custos associados a reserva excessiva, facilitando a administração dos produtos à disposição;
  • redução de obsolescência de estoque: reduz perdas associadas ao excesso de produtos, principalmente no setor alimentício;
  • maior satisfação do cliente: contribui para a experiência positiva do cliente no ponto de venda, evitando a falta de mercadorias disponíveis;
  • otimização da cadeia de suprimentos: melhoria na coordenação deste processo, resultando em uma administração mais eficiente e menores tempos de ciclo.

Como fazer um DRP?


A implementação de um DRP na sua empresa deve seguir os seguintes passos para que seja feita eficientemente:


  • analise a demanda dos clientes conforme o histórico de vendas, como sazonalidade e promoções;
  • determine quais são os recursos necessários para realizar a coordenação adequada e reposição de produtos quando necessário;
  • entenda qual o seu estoque atual e qual a capacidade de armazenamento disponível. Com isso, estime a quantidade de itens que precisa ser mantida em reserva com base na procura prevista;
  • implemente um sistema de controle de estoque para acompanhar a mercadoria em reserva;
  • faça o monitoramento e realize ajustes, comparando a previsão de demandas com os resultados obtidos.


SKU: entenda como otimizar a gestão do seu estoque


Integrar mais de uma estratégia de gestão possibilita uma visão mais detalhada do seu negócio. Por isso, para que o Planejamento dos Requerimentos de Distribuição (DRP) funcione adequadamente, considere aplicar outras metodologias de gerenciamento. 

O SKU, Stock Keeping Unit — Unidade de Manutenção de Estoque, em português — atua como um controle para otimizar a gestão e organização de produtos, facilitando a identificação de possíveis excessos.


Tecnologia na logística: saiba como utilizar a seu favor

Tecnologia na logística: saiba como utilizar a seu favor

Segundo a Associação Brasileira de Logística (ABRALOG), cerca de 70% das empresas que investem em tecnologia logística conseguem uma redução de até 30% nos custos com transporte e armazenagem.

Embora o gerenciamento de operações logísticas possa se tornar um desafio complexo devido ao excesso de informações e à necessidade de coordenação de diversas atividades é possível aumentar a eficiência dos processos, reduzir custos operacionais e minimizar falhas, tudo isso enquanto otimizam a produtividade e a satisfação do cliente. 

Para saber mais sobre o assunto, neste artigo você encontrará:

O que é tecnologia em logística?

 

Tecnologia em logística refere-se ao uso de ferramentas, softwares e sistemas avançados para otimizar o planejamento, a execução e o controle das operações logísticas. Isso inclui desde o gerenciamento do transporte e armazenamento até a integração de dados em tempo real. 

Com tecnologias como sistemas de gestão de armazéns (WMS) e rastreamento de rotas, as empresas conseguem melhorar a eficiência, reduzir custos e aumentar a precisão em todas as etapas do processo logístico. 

A aplicação da tecnologia permite que operações complexas sejam realizadas de maneira mais rápida e organizada, garantindo a satisfação do cliente e a competitividade no mercado.

tecnologia na logística

Qual o papel da tecnologia no atual cenário logístico?

 

A tecnologia está transformando o setor logístico, trazendo eficiência, segurança e sustentabilidade. Com a crescente demanda por rapidez e transparência, soluções como inteligência artificial, IoT, blockchain e veículos autônomos estão revolucionando as operações.

A IA otimiza previsões e rotas, enquanto a IoT oferece rastreamento em tempo real, melhorando o controle de estoque. O blockchain garante segurança e transparência nas transações, e drones e veículos autônomos agilizam entregas, reduzindo custos.

Sistemas de gestão (TMS e YMS) também são fundamentais para otimizar o transporte e operações de armazém, aumentando produtividade e reduzindo falhas. Essas tecnologias permitem que o setor logístico se adapte e responda rapidamente às necessidades do mercado, garantindo competitividade e eficiência.

Qual é a importância da tecnologia em logística? 

 

A tecnologia é fundamental para tornar a logística mais eficiente e competitiva. Com a automação e sistemas de gerenciamento (TMS), há uma redução significativa de custos, minimizando erros humanos e otimizando processos. 

Além disso, a tecnologia proporciona agilidade, permitindo acesso em tempo real a informações de estoque e entregas.

Ferramentas analíticas também melhoram o planejamento, garantindo rotas mais eficientes e previsões precisas de demanda. Tecnologias como a IoT aumentam a visibilidade em tempo real das mercadorias, o que facilita a resposta a problemas.

A automatização dos processos logísticos reduz a necessidade de trabalho manual e aumenta a eficiência. Como consequência, há um aumento da satisfação do cliente devido a entregas mais rápidas e precisas.

Quais são as tecnologias aplicadas à logística?

 

As tecnologias aplicadas à logística têm revolucionado o setor, trazendo mais eficiência, visibilidade e integração entre as operações. Vamos explorar as principais tecnologias que são amplamente utilizadas para otimizar as atividades logísticas:

1. Transportation Management System (TMS)

 

O TMS é um sistema de gerenciamento de transportes que facilita o controle integral das operações logísticas. Ele não se limita ao recolhimento de dados, mas também permite a emissão de manifestos, visualização de embarques e o cadastro de taxas e tarifas. 

Além disso, o TMS fornece informações cruciais para a tomada de decisões, ajudando a planejar e otimizar o transporte de mercadorias de forma eficiente.

tecnologia na logística

2. Enterprise Resource Planning (ERP)

 

O ERP é um software de gestão que integra informações de diversos setores da empresa, oferecendo uma visão abrangente das operações. Na logística, o ERP facilita processos como o controle de estoque e a integração com outros sistemas, permitindo um fluxo de informações mais eficiente.

Por exemplo, quando uma compra é registrada, o estoque é atualizado automaticamente, facilitando a gestão e o planejamento logístico.

 

tecnologia na logística

3. Caminhões Inteligentes

 

Com a introdução de tecnologias como Inteligência Artificial e Internet das Coisas (IoT), os caminhões de transporte se tornaram “inteligentes”. 

Sensores e dispositivos instalados nos caminhões permitem a troca constante de informações com o sistema de gestão e com outros veículos da frota, melhorando o monitoramento em tempo real e otimizando as rotas.

 

4. Warehouse Management System (WMS)

 

O WMS é uma tecnologia específica para o gerenciamento de armazéns e centros de distribuição. Ele possibilita o controle preciso dos produtos armazenados, incluindo atividades como recebimento, armazenamento, separação de pedidos e expedição. 

Essa ferramenta permite uma gestão eficiente do inventário e ajuda a garantir prazos de entrega mais rápidos e precisos.

tecnologia na logística

5. Customer Relationship Management (CRM)

 

O CRM é uma tecnologia voltada para o gerenciamento do relacionamento com os clientes, armazenando informações sobre todas as interações realizadas. Isso permite que as empresas prevejam oportunidades de atender melhor seus clientes e otimizem suas operações logísticas com base nas demandas do público.

Quais os benefícios da tecnologia para a logística?

 

A tecnologia tem desempenhado um papel essencial na transformação do setor logístico, proporcionando melhorias significativas em eficiência, redução de custos e agilidade. Vamos explorar os principais benefícios que a tecnologia trouxe para a logística:

1. Redução de custos e falhas

 

A automação de processos reduz custos operacionais e minimiza falhas comuns em tarefas manuais. A integração de sistemas, como ERP, TMS e WMS, e a adoção de tecnologias mais modernas elimina retrabalhos e garantem operações mais econômicas e eficientes.

A automatização de atividades repetitivas, como picking e embalagem, também contribui para a eficiência, diminuindo o risco de erros e aumentando a produtividade.

2. Visibilidade, planejamento e agilidade

 

A tecnologia proporciona visibilidade em tempo real através de ferramentas como IoT e sistemas de rastreamento. Isso permite um monitoramento contínuo da cadeia de suprimentos e facilita o ajuste de processos para evitar atrasos. 

O acesso a grandes volumes de dados e a análise precisa dessas informações tornam o planejamento logístico mais assertivo, ajudando na definição de rotas, controle de estoques e previsão de demandas. Além disso, a automação agiliza processos, garantindo respostas rápidas às demandas do mercado.

3. Aumento da satisfação do cliente

 

Com uma operação logística mais eficiente e bem planejada, as empresas conseguem cumprir prazos de entrega e atender às expectativas dos consumidores.

A visibilidade em tempo real e a eficiência dos processos garantem entregas rápidas e precisas, aumentando a satisfação do cliente e promovendo a fidelidade à marca.

Como a tecnologia tem transformado processos como gestão de estoque e gestão de entregas

 

A tecnologia tem revolucionado a gestão de estoque e entregas, tornando os processos mais eficientes e produtivos. Com sistemas modernos, é possível visualizar melhor as demandas, reduzir gastos desnecessários e aumentar a rotatividade de produtos.

Na gestão de entregas, a tecnologia aprimora o planejamento de rotas, garantindo entregas mais rápidas e eficientes. Isso é fundamental para manter a satisfação do cliente, já que atrasos podem levar consumidores a buscar alternativas.

Além disso, a automação dos processos reduz erros, diminui custos e aumenta a produtividade dos colaboradores, resultando em operações mais organizadas e lucrativas.

Precisa otimizar sua logística? Fale com a Capital Realty!

 

Com mais de 25 anos de experiência em infraestrutura logística, somos especializados no aluguel de armazéns estrategicamente localizados, garantindo eficiência e resultados para o seu negócio. Entre em contato e saiba mais.

tecnologia na logística

 

FIFO: o que é e como funciona esse sistema de armazenamento

FIFO: o que é e como funciona esse sistema de armazenamento


Quando o assunto é organização e gestão de fluxo de estoque, muitos desafios surgem, principalmente na forma como armazenar as mercadorias. Por isso, entender o sistema FIFO, o que é e como utilizá-lo pode apresentar benefícios como maior agilidade nos processos logísticos.

A seguir, preparamos um guia com as principais informações sobre o que é FIFO e como esse sistema funciona. Neste artigo, você lerá sobre:


O que é FIFO?


O FIFO é um sistema de armazenagem que trabalha conforme a sequência da entrada das mercadorias ao estoque, sempre priorizando o despacho daqueles lotes que chegaram antes. 

Também conhecido em português como PEPS (primeiro que entra, primeiro que sai), o FIFO oferece um maior controle de armazenagem. Isso significa que os produtos mais antigos são utilizados primeiro, o que pode ser crucial nos setores em que a deterioração dos produtos é uma questão relevante.


Como funciona o FIFO?


O FIFO é um sistema que estipula a rotação de mercadorias, em que aquele que está mais tempo no estoque sempre sai primeiro, seja qual for o produto.

Além disso, esse sistema determina a ordem de saída dos lotes, ou seja, o primeiro que chega ao estoque, será sempre o primeiro a sair. Assim, nas filas constituídas por essa categoria de sistema, os produtos vão sendo comercializados por ondem de chegada, a começar pelos que estão a mais tempo no estoque.

Desta maneira é possível ter um controle de estoque mais eficaz, não deixando os produtos envelhecerem ou ultrapassarem a sua data de validade.



Quando adotar este sistema?


Esse sistema é utilizado principalmente por empresas que trabalham com o armazenamento de alimentos perecíveis, para que sejam evitados perdas dos produtos pela sua data de validade. O foco principal do uso do FIFO é evitar desperdícios de mercadorias por conta de uma má gestão da cadeia de suprimentos.


Quais os benefícios do FIFO?


Este sistema controla o volume de entrada e saída de produtos e mercadorias do estoque ou de um armazém. Esse é um processo que proporciona vantagens em custo-benefício para a empresa, bem como organização e melhoria a longo prazo.


Redução de custos, espaços e desperdícios


Ao utilizar esse sistema, é possível otimizar o armazenamento de produtos e mercadorias, e promover a redução de grandes espaços no armazém. Assim, os custos tendem a cair, o que é um grande atrativo para as empresas que buscam melhores resultados financeiros.

Além disso, o uso deste sistema facilita o manuseio de produtos perecíveis e evita a perda de mercadorias por expiração do prazo de validade, diminuindo desperdício e, consequentemente, custos.


Gestão visual


Normalmente, é fácil identificar um gargalo em um sistema FIFO. A gestão visual pode ser realizada através da rotulagem adequada dos itens, o uso de cores para diferenciar datas de entrada e saída, e a disposição física dos produtos de forma a refletir a ordem cronológica de entrada. 

Além disso, os próprios colaboradores da sua organização podem ser capazes de identificar alguma falha no sistema e podem corrigir antes que se torne um problema crítico.


Agilidade em processos logísticos


O sistema FIFO opera a partir do fluxo enxuto de materiais, evitando a superprodução e o preenchimento excessivo no sistema. Com isso, o espaço de armazenamento apresenta apenas os itens necessários para a continuidade da operação.

Dessa forma, ganha-se agilidade em processos logísticos, ficando mais fácil para a empresa reagir de forma rápida e eficiente em casos de variações em demandas de seus produtos e mercadorias.


Otimiza a precificação


Como os produtos não permanecem por tanto tempo no estoque, proporcionando um giro mais rápido de produtos armazenados, os desequilíbrios entre os preços de entrada e saída de produtos tendem a diminuir consideravelmente.Isso garante que o custo da mercadoria vendida e o custo do estoque remanescente sejam correspondentes.


Maior agilidade e eficiência


Com o fluxo enxuto de material, o sistema FIFO contribui para a redução de erros operacionais e traz mais rapidez ao processo. Assim, é possível agilizar os procedimentos de preparação do pedido e permitindo que ele chegue mais rápido ao consumidor.

Desta maneira a empresa consegue obter maior rapidez na operação. Pois, a técnica facilita a localização, a separação, a entrada e saída de materiais e produtos do estoque.


Outras categorias de sistema de armazenagem


Além do FIFO, ainda existem outras categorias de sistemas de armazenagem, como o LIFO (Last in, First Out), o FEFO (First Expired, First Out), entenda agora o que são.


LIFO (Last in First Out)


A sigla LIFO significa “Last in, First Out”, ou seja, “Último a entrar, primeiro a sair”. Esse sistema trabalha de maneira contrária ao FIFO, isto é, o último produto a entrar no armazém deve ser o primeiro a sair.

Esse sistema é indicado para empresas que trabalham com estoques que não oferecem risco de perda por validade ou por obsolescência, por exemplo. A lógica desse sistema permite que um aumento no valor da compra das mercadorias junto ao fornecedor seja rapidamente repassada ao consumidor, evitando prejuízo para a empresa.


FEFO (First Expired First Out)


Esse sistema está diretamente ligado à validade do produto. A sigla FEFO quer dizer “First Expire, First Out”, isto é, “primeiro a vencer, primeiro a sair”. Nesse sistema, a empresa deve ter o controle da validade dos itens e retirá-los do estoque assim que se aproximam da data de validade.

Ele é amplamente utilizado no setor alimentício, no qual a avaliação da qualidade do produto está diretamente relacionada ao prazo de validade.


Condomínio logístico: o que é e como ajuda na sua expansão logística


Para que o FIFO seja aplicado de forma eficiente em uma operação, é necessário que outros aspectos, como logística, organização e espaço físico estejam preparados para atender as necessidades da empresa.

Para grandes operações, os condomínios logísticos são um recurso que ofertam infraestrutura e serviços para comportar o armazenamento de empresas. No site da Capital Realty, você pode conferir mais informações sobre como esse modelo de estrutura pode oferecer as melhores soluções em armazenagem para a sua empresa.


Precisa de ajuda?